Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

Cabos de Bateria: como e quando usar

Os cabos de bateria continuam úteis quando fica sem bateria no carro. Porém, o seu uso caiu no esquecimento e muitos já não os sabem utilizar corretamente.

 

Já não se vê tanto como antigamente, uma vez que os carros mais modernos são cada vez mais dependentes da parte eletrónica e qualquer toque sem um conhecimento mais aprofundado pode prejudicar o resto do sistema. Mesmo assim, ainda há quem use os cabos de bateria quando um carro não arranca ou fica, como o próprio nome indica, sem bateria.

O QUE SÃO CABOS DE BATERIA

São um conjunto de cabos, revestidos a plástico, com quatro pontas, duas de cada lado das extremidades. Servem para ligar a bateria de um carro a um carregador, que poderá ser outro veículo ou um booster (uma espécie de armazenador de energia portátil).

QUANDO USAR?

Quer seja por ter esquecido os faróis ou as luzes interiores ligadas, ou mesmo o famoso caso da bateria “gripada”, em que a mesma se desgasta rapidamente (aconselhamos a inspecionar o automóvel neste caso), o seu carro poderá ficar sem a energia necessária para por o veículo a funcionar.

Quando isso acontecer, e depois de inspecionar a conexão dos alternadores, o nível de água da bateria, bem como a oxidação da mesma (garantir que não há pó esverdeado em torno dos polos), deve, se possível, utilizar os cabos de bateria para a recarregar.

COMO USAR?

Carregar a bateria de um veículo requer outro para funcionar como carregador, sendo que, como dito anteriormente, um booster também pode servir. Apesar de não ser necessário um curso para se utilizar cabos de bateria, o seu uso requer algum conhecimento. Portanto, não se deixe guiar pelo que viu noutras ocasiões e procure seguir as seguintes regras:

1. Desligue os veículos (tanto o que vai ser usado como carregador como o que tem a bateria descarregada).

2. Ligue uma das pontas vermelhas ao polo positivo da bateria descarregada.

3. Ligue a outra ponta vermelha ao polo positivo da bateria do veículo que vai servir como carregador.

4. Ligue uma das pontas pretas ao polo negativo da bateria do veiculo em bom estado.

5. Ligue a outra ponta preta ao polo negativo da bateria por carregar.

6. Ligue o veículo que vai ser usado como carregador e acelere ligeiramente.

7. Tente ligar o carro que tinha a bateria descarregada ou fraca.

8. Desligue os cabos na ordem inversa à que colocou.

No caso de utilizar um booster, as regras são idênticas.

QUANTO CUSTAM E ONDE COMPRAR?

Os cabos de bateria podem ser comprados em vários hipermercados, bem como lojas destinadas ao consumo de artigos para motores. Em último caso, até há lojas dos chineses que os vendem.

No entanto, embora possa comprar alguns por 15 euros, a verdade é que a maior parte desses sobreaquecem rapidamente e poderão incendiar. Por isso, aconselha-se que, para sua segurança, abra um pouco os cordões à bolsa e compres uns com 16 mm de largura e 2m de extensão. Assim, 30 euros já passa a ser um preço razoável, mas se quiser gastar 50 ou mais não será dinheiro mal investido. Lembre-se que os carros a gasóleo necessitam de maior energia do que os a gasolina para começarem a funcionar.

fonte:http://www.e-konomista.pt/a

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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Barulho no motor: saiba o que quer dizer cada tipo

Ouve barulho no motor e não sabe o que fazer? Saiba agora os potenciais motivos para cada tipo de ruído.

Suores frios, quem nunca os teve? Principalmente quando ouve barulho no motor. As causas podem ser variadas e tem mesmo de estar atento para agir de forma rápida e eficaz: só assim vai evitar problemas ainda maiores no futuro e que podem deixá-lo “de rastos”.

OIÇO BARULHO NO MOTOR: E AGORA?

Sabemos que pode ser uma tarefa difícil, mas tenha calma: respire fundo e tente perceber a origem do barulho no motor. Esteja atento ao painel de instrumentos do automóvel e confira se alguma das luzes de aviso está ligada – em caso afirmativo, confira o manual de instruções do veículo para tentar descortinar quais as possíveis causas e, claro, como deve atuar de forma correta e segura para si e para o carro.

As despesas com o motor podem ser dispendiosas e, por isso, é importante que esteja atento a todos os ruídos estranhos:

SOM AGUDO NAS SUBIDAS

Se, nas subidas, ouve um barulho no motor mais agudo, como se estivesse a “gritar”, poderá estar perante um caso de excesso de carvão nas câmaras de combustão.

RUÍDO CONTÍNUO

Se, ao arrancar em frio, ouve um barulho de forma constante na parte superior poderá estar com folga nas válvulas.

SOM ESTRIDENTE

Pode estar perante problemas na correia de transmissão ou de serviço.

RUÍDOS SECOS

Nestes casos, pode ser uma fuga nos injetores do veículo.

Mais uma vez deixamos o alerta: esteja atento aos barulhos do veículo. Uma atuação rápida pode evitar muitas dores de cabeça desnecessárias, além de fazê-lo poupar centenas de euros.

Aos primeiros sinais de problemas não adie a ida a uma oficina – procure a ajuda de profissionais especializados: vá ao seu mecânico de confiança e evite avarias complexas e que o obriguem a ficar sem o seu veículo durante longos períodos de tempo. Não arrisque tornar um problema simples numa questão crónica e dispendiosa.

DICAS PARA AUMENTAR A LONGEVIDADE DO MOTOR

Se quer prolongar a vida útil do motor do seu veículo, não o force a frio. Arranque sempre de forma suave quando o motor estiver com uma temperatura abaixo do normal.

Evite forçar a rotação máxima do veículo e respeite o tempo de passagem de mudança em relação às respetivas rotações do automóvel. Se ainda não tem um indicador de passagem da caixa de mudança esteja atento ao barulho no motor: vai conseguir perceber quando deve fazê-lo sem prejudicar o desempenho do automóvel.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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Descoberta acidental torna hidrogénio o combustível do futuro

O hidrogénio é alvo de investigação científica há anos, com o objetivo de o tornar um combustível viável para ser usado em vários setores, desde a indústria aos transportes. No entanto, a produção deste elemento sempre foi considerada economicamente inviável, apesar de ter a vantagem de emitir poluição zero, já que o produto final da combustão é vapor de água. No entanto, uma descoberta acidental poderá trazer o hidrogénio para as estações de combustível de todo o mundo.

Uma equipa de engenheiros do Laboratório de Pesquisa do Exército Americano estava a testar a resistência de uma liga de alumínio, espalhando água na sua superfície. Para surpresa geral, a água reagiu com o material da liga, decompondo-se em hidrogénio e oxigénio, tornando prático o uso do hidrogénio para geração de energia.

O material usado, um pó microscópico galvanizado, serve como catalisador para esta reação, mas não necessita de elementos estranhos que até aqui eram necessários para usar o hidrogénio como combustível, nomeadamente materiais tóxicos ou ácidos, como hidróxido de potássio, e também não foram precisas temperaturas elevadas.

Em termos práticos, 1 kg deste pó de liga de alumínio pode gerar 220 kW de energia durante três minutos, que a equipa testou com um mini-helicóptero telecomandado.

fonte:http://www.motor24.pt/e

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

Vantagens e desvantagens do sistema Start/Stop

Conheça as vantagens e desvantagens do sistema Start/Stop, e tome uma decisão informada acerca do mesmo. Será que compensa tê-lo?

 

Certamente já ouviu falar do sistema Start/Stop, que faz com que o carro hiberne momentaneamente quando está parado, feito a pensar na condução urbana e na carteira de quem tem de lidar com filas de trânsito com regularidade. O sistema ajuda muitos a pouparem, mas também pode vir a ser uma dor de cabeça. Neste artigo, vamos dar uma vista de olhos aos prós e aos contras que esta inovação lhe traz.
 

COMO FUNCIONA?

Este sistema funciona através de sensores que o carro tem, que permitem ligar e desligar o motor sob determinadas condições quando para o carro, sendo que este se liga automaticamente quando for prosseguir viagem, sem ser necessária intervenção do condutor. A integração do sistema faz do veículo um pouco mais inteligente e ajuda a poupar, mas tem consequências.

 

VANTAGENS

Teoricamente, o sistema Start/Stop quase era digno de uma revolução no setor. Permite poupar bastante combustível quando a condução é feita no interior de uma cidade onde se tem de lidar com o pára-arranca, e ajuda ainda a reduzir emissões. Esta é a sua grande vantagem, usada para popularizar o sistema, sendo que em medições feitas no âmbito do Novo Ciclo Europeu de Condução (NEDC), a poupança e a redução de emissões chegou a ser de cerca de 8% - apesar de estimar poderem chegar quase ao dobro.

Sistemas mais avançados permitem-no manter o ar condicionado e o rádio ligados quando parado, existindo alguns que o ajudam a poupar até em descidas.

No entanto, para muitos a grande vantagem do sistema é a opção de ser desligado, pois pode vir a estorvar alguns condutores.

 

DESVANTAGENS

Quando falamos nas desvantagens do sistema Start/Stop, o primeiro argumento baseia-se no desgaste. A quantidade de vezes que o motor liga e desliga com este é enorme, o que acaba por, inevitavelmente, desgastar entre outros a bateria e o motor de arranque. No entanto, estes componentes, em modelos com o sistema, são feitos para lidar com o desgaste.

O preço é uma outra grande desvantagem. O Start/Stop e as componentes necessárias para lidar com ele implicam sempre um pequeno extra no preço, algo que para condutores que não conduzem muito em grandes metrópoles pode não vale a pena.

Por fim, temos o funcionamento do sistema em si. Para alguns é uma questão de hábito, mas alguns automobilistas não suportam o barulho, ou a ideia do motor se estar sempre a desligar.

 

VEREDITO

Este sistema está cada vez mais popular, mas pode ser dispensável em muitos casos. Tudo depende de si, e se costuma conduzir muito em metrópoles, ou nem por isso. A poupança vale mais a pena quando é dado uso ao sistema.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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Segunda-feira, 20 de Março de 2017

AdBlue: O que é e para que serve?

Hoje são cada vez mais os diesel equipados com a tecnologia Diesel SCR (Selective Catalytic Reduction). Esta tem como objetivo reduzir significativamente as emissões de óxido de azoto prejudiciais ao ambiente e dessa forma cumprir com os rigorosos limites de emissões de gases estabelecidos pelas normas europeias (Euro 6) e americanas. Isto é conseguido com a utilização do AdBlue que, ao contrário do que muita gente pensa não é um aditivo do combustível, mas sim um fluido adicional de utilização para automóveis diesel que precisa de ser atestado regularmente. Para isso o automóvel tem um depósito autónomo para este fluido. Dependendo do modelo do automóvel, o bocal de enchimento pode ser encontrado sob a tampa do depósito de combustível, na mala ou no compartimento do motor.

 

O seu consumo varia em função do tipo de condução, da temperatura de funcionamento do sistema e da temperatura ambiente. Em média um carro consome cerca de 1,5 a 2,5 litros de AdBlue por cada 1000 Km. O atesto é uma coisa simples e deve ser feito com regularidade, especialmente antes de viagens mais longas, por exemplo, antes de férias. Isto porque se o depósito ficar vazio o motor não arranca!

Mas não se assuste porque todos o carros com este sistema possuem um sistema de aviso no painel de instrumentos que o irá informar em que altura é necessário atestar o depósito de AdBlue . Em simutaneo é também informado da autonomia.

Para que saiba a composição do AdBlue, recorremos aqui à explicação que se encontra sobre este líquido nos sites das gasolineiras Galp, BP e Repsol.

Galp: AdBlue é uma solução aquosa de ureia (32,5% de ureia pura, 67,5% de água desmineralizada) que actua sobre os gases de escape dos motores de veículos pesados como conversor catalítico para reduzir as nocivas emissões de óxido de nitrogénio (NOx) gerados nos processos de combustão.

BP: O AdBlue é um produto químico (dissolução de ureia) de origem sintética que permite reduzir o nível de emissões dos veículos pesados com motor a diesel que tenham instalado o sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva). Este produto, dotado de uma pureza extraordinária, cumpre a norma europeia DIN 70070 e tem o mais exigente controlo de qualidade, o que lhe permite reduzir o nível de emissões contaminantes e aumentar a proteção no catalisador do seu veículo.

Repsol: [O Adblue é] Um produto sintético, composto por uma solução de ureia e água, que reduz as emissões dos veículos pesados. É um produto concebido especificamente para veículos com tecnologia SCR. O Ecoblue não se adiciona no depósito de combustível, mas atua no catalisador com os gases gerados na combustão, convertendo o Óxido de Nitrogénio em Nitrogénio puro e água (vapor).

 

fonte:http://www.motor24.pt/s

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Sábado, 11 de Março de 2017

16 mitos sobre carros: verdade ou mentira?

Existem muitos mitos sobre carros que só servem para desinformar ou prejudicar a sua relação com o automóvel.

 

Com os preços dos combustíveis a subir é comum que os condutores procurem todo e qualquer tipo de boas práticas que ajudem a economizar combustível enquanto conduzem. Porém, muitos das práticas difundidas são mitos sobre carros, que além de não serem verdadeiras, podem danificar o veículo e comprometer a segurança tanto do condutor como dos passageiros.

Antes de sabermos quais os mais populares mitos sobre carros é preciso explicar que o automóvel está presente nas nossas vidas há mais de 100 anos, e como tal, já foi alvo de inúmeras evoluções mecânicas e tecnológicas.

A pensar em tudo o que mudou acreditamos que ainda hoje existem muitos mitos sobre carros que precisam de ser esclarecidos. Até porque quer seja uma herança do passado ou fruto apenas de má informação, alguns erros ainda são feitos sem necessidade pelos condutores. Ficou curioso? Conheça aqui alguns mitos sobre carros em que muitas pessoas.

16 MITOS SOBRE CARROS QUE AJUDAMOS A PERCEBER

1. É UM MITO SOBRE CARROS QUE AS REVISÕES SÃO DESNECESSÁRIAS?

Está na altura de fazer a revisão mas o carro parece não apresentar nenhum problema, o que leva muitos proprietários a adiar a ida à oficina. O que é um erro, pois os automóveis são compostos por peças mecânicas e, como qualquer máquina, precisam de uma manutenção básica para garantir a lubrificação dos componentes. Além disso, a manutenção contribui para valorizar o valor do carro e mantê-lo na garantia. Portanto, mais vale jogar pelo seguro e fazer sempre as revisões agendadas.

 

2. IGNORAR QUANDO A LUZ DO MOTOR ACENDE NUM CARRO NOVO

Quando o carro é novo, a maior parte das pessoas acha que não deve dar importância ao facto da luz acender e espera pela próxima revisão. Esse é um mito que pode trazer muitos dissabores. Se a luz do motor estiver a piscar deve procurar uma oficina o mais rápido possível. Até o fazer, não se esqueça que essa luz significa que existe um problema sério no carro, mesmo se o veículo for novo.

3. É PRECISO TROCAR O LÍQUIDO ANTICONGELANTE E O FILTRO DO AR SEMPRE QUE MUDA O ÓLEO?

Não, este é mais um mito sobre carros. É inútil trocar o líquido anticongelante ou de refrigeração sempre que troca o óleo. Os fabricantes de automóveis sugerem que a troca do líquido seja feita a cada 100 mil quilómetros. Em relação ao filtro do ar, também não precisa de o mudar sempre que faz a troca de óleo. Este filtro deve-se substituir a cada 25 mil quilómetros. Mas aconselhamos, que aproveite cada troca de óleo para limpar o filtro de ar, pois isso ajudará a reduzir a poluição gerada pelo seu automóvel.

4. ANTES DE ARRANCAR DEVE-SE ESPERAR QUE O MOTOR AQUEÇA?

Houve uma altura em que se recomendava-se deixar o motor aquecer para garantir uma melhor eficiência. Actualmente, com os carros bastante mais evoluídos, isso não é necessário. Aliás, deixar o motor aquecer é inútil e só serve para aumentar os níveis de poluição e gastar combustível.

5. QUANDO O MOTOR NÃO PEGA DEVE-SE EMPURRAR O CARRO?

Isto é mais um mito sobre carros. Se o motor não liga é porque existe um problema. Deverá verificar coisas básicas como a falta de combustível. E se nenhuma luz acende no painel quando liga o carro, então poderá ter a bateria descarregada ou estragada ou mesmo o motor de arranque que avaria.

6. É POSSÍVEL ECONOMIZAR SE COMPRAR PEÇAS USADAS?

Sim e não! Substituir peças desgastadas por peças usadas é mais barato do que comprar peças novas. No entanto, às vezes o barato sai caro. Se optar por peças usadas é importante conhecer a proveniência delas. Se o componente em questão pertencer a um carro do mesmo ano que o seu, é provável que se desgaste logo, mas se a peça vier de um carro bem conservado e mais novo, pode até durar mais tempo. Se gosta de jogar pelo seguro, então compre peças novas, que têm garantia.

7. A CAIXA MANUAL É MAIS EFICIENTE QUE A AUTOMÁTICA?

Durante muito tempo a caixa manual era de facto mais eficiente, pois permitia ao condutor escolher a mudança em que conduzir e assim influenciar o consumo. No entanto, com a evolução das caixas de velocidades automáticas – como as caixas da BMW que já têm 8 velocidades – o motor trabalha com menos rotações e atinje um consumo mais eficiente.

 

8. UM COMBUSTÍVEL MAIS FORTE TORNA O CARRO MAIS POTENTE

Se é daquelas pessoas que trata o seu carro com todo o cuidado, então quando vai abastecer de certeza que opta por gasolina com mais octanas, mesmo que isso represente um custo superior.  Fará assim tanta diferença abastecer com gasolina ‘premium’ ou este é mais um dos muitos mitos sobre carros?

Mais uma vez, depende. A gasolina ‘premium’ possui aditivos que ajudam na conservação do motor e tem uma octanagem mais alta, ou seja, faz com que o motor tenha mais eficiência. Porém, apenas alguns modelos de carros estão preparados para isso. Sendo assim, se o seu carro não estiver preparado para esse tipo de combustível é desnecessário estar a gastar mais dinheiro num combustível mais caro. Pois, mesmo que ateste o seu carro com uma gasolina com mais octanas pode não conseguir mais potência.

9. UTILIZAR COMBUSTÍVEL DE MARCA BRANCA PREJUDICA O CARRO

Se ainda é daquelas pessoas que acredita que ao abastecer num posto de marca branca, como o dos hipermercados, poderá estragar o seu carro, engana-se. A DECO realizou um estudo envolvendo quatro automóveis novos e iguais a diesel. Cada um dos veículos abastecia num posto de abastecimento de marca diferente e após terem realizado milhares de quilómetros os motores dos quatro veículos foram desmontados para verificar os danos ocorridos durante esse período.

Concluindo, nenhum dos carros revelou diferenças entre os que abasteceram combustível ‘premium’ e os que abasteceram combustível de marca branca. Além, disso, o consumo não variava significativamente entre os dois tipos de combustíveis. Cabe-lhe a si decidir se compensa pagar a diferença de preço para ter um pouco mais de desempenho.

10. SE O CARRO ESTIVER MUITO PESADO CONSOME MAIS COMBUSTÍVEL?

Sim, é verdade. Segundo as estatísticas das marcas por cada 50 quilos a mais existe um aumento de 1% no consumo. Portanto, evite andar com o porta-malas do carro cheio.

11. DAR UM TIRO NO DEPÓSITO PROVOCA UMA EXPLOSÃO

Este deve ser um dos mitos sobre carros mais conhecidos. É habitual vermos nos filmes de acção que após um tiro no depósito de combustível o carro explode numa enorme bola de fogo. Para explicar este e outros mitos o canal de televisão Discovery Channel realizou o programa “Caçadores de Mitos”.

O que se verificou foi que após atirar no depósito de combustível este nunca explodia, mesmo que estivesse cheio. Por norma, a bala apenas perfura o depósito sem provocar qualquer faísca que possa incendiar o combustível, existindo apenas derrame de combustível.

 

12. O CARRO PROTEGE EM CASO DE TIROTEIO?

É outro mito bastante popularizado pelo cinema. Em caso de tiroteio a pessoa só fica segura escondida atrás de um automóvel se a bala for de um calibre muito pequeno, pois uma bala de calibre normal irá atravessar um carro sem qualquer problema. Além disso, os automóveis modernos são fabricados em materiais leves (alumínio e plástico), logo uma bala não terá qualquer dificuldade em atravessá-lo. Portanto, se estiver numa situação destas, opte por se esconder atrás de uma parede.

13. CIRCULAR COM AR-CONDICIONADO GASTA MAIS COMBUSTÍVEL?

A maior parte dos condutores desliga o ar condicionado quando o carro acende a luz de reserva de combustível e abre todas as janelas do veículo. Na verdade, esse é mais um dos mitos sobre carros. Ao abrir os vidros do carro quando se vai a uma velocidade superior a 80 km/h, o vento lateral que entra no veículo faz com que diminua o rendimento do motor, e portanto, aumente o consumo. Nestas condições, vai gastar mais do que se estivesse com o ar condicionado ligado.

O caso muda de figura se for a circular a velocidades baixas. Este mito foi também testado pelo programa “Caçadores de Mitos” onde realizaram o mesmo trajeto, a uma velocidade baixa, com um determinado carro, primeiro com o ar-condicionado ligado e depois com os vidros abertos. A conclusão é que o carro consome menos combustível se circular com os vidros abertos do que com o ar condicionado.

14. DESCER UMA ESTRADA EM PONTO MORTO ECONOMIZA COMBUSTÍVEL

É mais um mito sobre carros e ainda pode ser um perigo. Os carros actuais possuem injecção eletrónica, logo numa descida o carro deteta que não é preciso injetar combustível e interrompe o fluxo de combustível vindo do tanque, podendo até desligar o motor.

15. USAR O TELEMÓVEL NO POSTO DE ABASTECIMENTO É PERIGOSO

Existe sempre um sinal visível nas bombas que proíbe o uso de telemóvel naquela zona, pois pensa-se que os vapores da gasolina podem entrar em combustão devido ao ‘wireless’ do telemóvel. No entanto, alguns estudos realizados por várias instituições concluíram que não existe nenhuma relação entre ambos e até à data não existem registos de incidentes.

16. VIDROS ESCURECIDOS AJUDAM A REDUZIR O CALOR

É de facto verdade. Se o carro tiver os vidros escurecidos, as películas que escurecem os vidros não só reduzem o impacto da luz como também diminuem a radiação solar e a temperatura interna do painel em 20%.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

Sistema de estacionamento automático: fique a par das novidades

O sistema de estacionamento automático é uma tecnologia muito inovadora que tem como objectivo facilitar a vida do condutor.

 

Sistema de estacionamento automático: fique a par das novidades

Estacionar o carro é, para muitos condutores, uma verdadeira dor de cabeça. Agora, imagine que o carro consegue detectar um espaço de estacionamento e fazer a manobra de forma autónoma. Ao condutor é apenas solicitado que siga as indicações que surgem no ecrã. Pode parecer, mas não é ficção cientifica. Na verdade isto já é uma realidade só possível com o sistema de estacionamento automático, também chamado de ‘park assistant’.

O sistema é muito fácil de utilizar, e só não está mais popularizado porque é um equipamento opcional só acessível para carteiras bem recheadas. O preço varia de marca para marca, seja ela generalista ou de luxo, mas é um extra ainda caro.

Há uns anos atrás o sistema de estacionamento automático dos veículos apenas permitia estacionar paralelamente ao passeio, mas a tecnologia evoluiu. Hoje graças ao ‘upgrade’ dos sensores electrónicos distribuídos pelo automóvel é possível estacionar perpendicularmente. O condutor apenas tem que colocar a marcha atrás, seguir as indicações que surgem no tablier e o carro faz a manobra quase sozinho. Fácil, muito fácil e sem erros.

O QUE É SISTEMA DE ESTACIONAMENTO AUTOMÁTICO

O ‘assistente’ de estacionamento é um recurso que utiliza a câmara de marcha atrás e os sensores do veículo para estacioná-lo sem que o motorista encoste as mãos no volante. O condutor apenas precisa de controlar o pedal do acelerador e do travão e meter a marcha-atrás ou a primeira quando necessário.

Assim que o carro detecta uma vaga de estacionamento o veículo faz uma leitura do espaço, para identificar se é suficiente para estacionar o carro. Nessa altura, o condutor deve seguir as orientações do computador de bordo e deixar o volante solto, dando apenas aceleração, travando e colocando as mudanças de velocidades).

O sistema de estacionamento automático pode ajudar a aumentar a segurança de condução em ambientes restritos, onde é necessária muita atenção ou experiência para manobrar o carro.

Um dos primeiros protótipos experimentais de estacionamento automático foi desenvolvido num carro elétrico Ligier, em 1990. Desde então a tecnologia tem sido adotada por fabricantes de automóveis em todo o mundo que oferecem uma opção de estacionamento automático nos vários modelos.

Os sistemas também podem incluir recursos visuais, como a distância do objeto registada num ecrã LED e indicar as leituras. Os sensores traseiros são ativados quando a marcha atrás é selecionada e desativada. Já os sensores dianteiros são ativados manualmente, e, desativados automaticamente, quando o veículo atinge uma velocidade pré-determinada. Claro que os sistemas de estacionamento podem ter caraterísticas diferentes consoante a marca.

SENSOR DE ESTACIONAMENTO PODE SER ALTERNATIVA PARA ESTACIONAR

Se não tem disponibilidade para adquirir o sistema de ‘park assistant’ pode também optar pelos sensores de estacionamento. Estes têm como objectivo alertar o condutor para a presença de obstáculos. São sensores que emitem impulsos acústicos para uma unidade de controlo que mede o intervalo de retorno de cada sinal reflectido, para assim calcular as distâncias de objetos. O sistema avisa o condutor com sons acústicos.

BMW

AS ÚLTIMAS INOVAÇÕES NA ÁREA DO ESTACIONAMENTO

As inovações nesta área não param e muitas são as marcas que apostam neste tipo de tecnologias para cativar novos clientes. A BMW, uma marca ‘premium’, apresentou, no ano passado, o novo Serie 7 com um sistema que permite arrumar o automóvel em espaços apertados de forma remota. Ou seja, o condutor não necessita de estar ao volante, pode controlar a manobra através de comandos específicos integrados na chave do carro. Este controlo remoto abre as portas a novas experiências que vão para além do estacionamento de um automóvel.

A Opel, uma marca generalista, acaba de revelar o novo Crossland X, um CUV (Crossover Utility Vehicle) desenvolvido a pensar nos percursos citadinos. Este crossover de segmento B conta com soluções tecnológicas de ponta, entre elas, o sistema de estacionamento automático Advanced Park Assist.

A atualização do Golf VII traz muita tecnologia à sétima geração do modelo. Conta com um sistema de estacionamento automático que sem intervenção do condutor permite estacionar em lugares mais pequenos. Chega a Portugal em meados de março.

A Audi disponibiliza para os seus modelos o sistema de assistência ao parqueamento com visão periférica. A marca alemã ‘premium’ garante que o sistema pode realizar a manobra de direção de forma automática durante o estacionamento. O sistema deteta, através de sensores de ultrassons instalados no para-choques, o lugar de estacionamento mais adequado em espaços transversais e perpendiculares. Depois calcula o ângulo ideal de direção. O condutor só tem de acelerar ou travar e supervisionar a manobra.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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Domingo, 26 de Fevereiro de 2017

Como é que o motor HCCI sem velas de ignição da Mazda vai funcionar?

A Mazda continua a desafiar as grandes potências da indústria automóvel ao traçar o seu próprio caminho no desenvolvimento dos motores de combustão.

Quem gosta de engenharia automóvel tem de tirar o chapéu à Mazda. Com recursos mais limitados do que a maioria dos construtores mundiais – que aproveitam sinergias de grupo para obter economias de escala – a Mazda continua a traçar o seu próprio caminho de forma independente. Desenvolve as suas próprias plataformas, os seus próprios motores, as suas próprias soluções. E tudo isto sem recurso aos préstimos de outras marcas. Notável, não é?

Mas a Mazda foi ainda mais longe. Quando todos os outros fabricantes apostaram na redução do volume dos motores (o chamado downsizing), recorrendo à sobrealimentação e a sistemas de injecção direta, a Mazda manteve a cilindrada dos seus motores e lançou uma nova geração de motores atmosféricos SKYACTIV a gasolina que apostavam noutro sentido: redução de perdas energéticas por fricção e aumento da taxa de compressão. Todos disseram: o caminho não é esse Mazda. Porém o tempo veio dar razão à marca nipónica: afinal o downsizing não era a resposta.

Resultado? A Mazda continua a bater recordes absolutos de vendas em todos os mercados e a afirmar que antes da eletrificação do automóvel, ainda há muito caminho por explorar nos motores de combustão em termos de eficiência. Tal como noticiámos esta semana, a Mazda quer elevar mais uma vez a fasquia.

Como?

Implementando na próxima geração de motores SKYACTIV a gasolina (que podem chegar ao mercado já em 2018) a tecnologia HCCI, que significa “Homogenous Charge Compression Ignition”, ou “ignição por compressão com carga homogénea”. Com esta tecnologia, a ignição do combustível concretiza-se através da alta taxa de compressão do motor, dispensando as tradicionais velas de ignição para iniciar a explosão da mistura. Ou por outras palavras, a pressão na mistura é tanta que despoleta a sua ignição.

No fundo, é aquilo que já acontece nos motores Diesel, que são mais eficientes que as motorizações a gasolina tradicionais no aproveitamento de energia mas que por outro lado são mais poluentes (devido aos gases gerados pela combustão do gasóleo).

Face aos motores Diesel, outra das vantagens dos motores HCCI é que dispensam os sistemas de injeção direta ou common rail: o combustível é pulverizado para a câmara de combustão em menores quantidades e de forma mais homogénea – factor fundamental para que haja detonação do combustível por igual. Ver imagem em baixo:

Várias marcas já tentaram implementar esta tecnologia nos seus motores de produção: Nissan, Opel (GM), Mercedes-Benz e Hyundai. Todas tentaram mas nenhuma teve sucesso.

Aparentemente, a Mazda conseguiu aumentar a taxa de compressão dos seus motores HCCI para um valor extremo que deverá estar próximos dos 18:1. Em termos comparativos, os motores Diesel têm uma taxa de compressão média de 16:1, enquanto nos motores a gasolina tradicionais esses valores variam entre os 9:1 e os 10,5:1 (dependendo se são atmosféricos ou turbo).

Nota: A taxa de compressão diz respeito ao número de vezes que o volume da mistura ar-combustível do cilindro é comprimido na câmara de combustão antes da explosão.

Vantagens deste sistema

Segundo a Mazda, trabalhar com a detonação HCCI em vez de trabalhar com a ignição tradicional reduz até 30% a produção de NOx na combustão. E não são só as emissões que diminuem, os consumos também diminuem – valores que como sabemos não estão correlacionados.

Este vídeo da General Motors mostra como funciona o sistema HCCI:

Problemas, problemas, problemas

Teoricamente, o princípio é simples: taxa de compressão elevada+mistura homogénea = combustão mais eficiente e limpa. O princípio é simples mas a execução é complexa.

Para que este sistema funcione corretamente é necessário um software e um hardware capaz de monitorizar o calor na câmara de combustão, as rotações, a injeção de combustível e o tempo de abertura e fecho das válvulas. É altamente complexo casar todos estes fatores em tempo real mantendo a agradabilidade de utilização. Muitas marcas tentaram, nenhuma conseguiu.

Outro problema é o funcionamento a frio, enquanto a câmara de combustão não atinge a temperatura ideal de funcionamento a combustão é irregular.

Ao que parece a Mazda, ao contrário das marcas já citadas, conseguiu resolver todos estes problemas. Como? Brevemente ficaremos a saber. O objetivo da Mazda é que a próxima geração do Mazda3 já venha equipado com motores SKYACTIV HCCI, um modelo que tem lançamento previsto já para 2018.

Entretanto, esperamos que a Mazda também não se esqueça deste motor…

fonte:http://www.razaoautomovel.com

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Domingo, 23 de Outubro de 2016

O que fazer quando o Start/Stop não funciona como deve ser

Quando o Start/Stop não funciona o problema pode basear-se apenas nas condições necessárias ao seu funcionamento, o que por norma implica uma solução simples.

O sistema Start/Stop veio poupar muito dinheiro a muitos condutores, mas por vezes este pode não fazer o seu trabalho como deve ser e quando tal acontece, é preciso saber o que fazer. Por norma, quando o Start/Stop não funciona corretamente, basta tomar algumas medidas para resolver o problema. No entanto, há sempre casos em que o melhor a fazer é ir à oficina tratar do assunto.
 
Note que há diferenças no sistema Start/Stop em carros com transmissão automática e transmissão manual. Por norma, toda a informação de que necessita acerca do sistema pode ser encontrada no manual de instruções, que deve sempre consultar.
 

CAUSAS COMUNS

A maior parte dos automobilistas sente que o Start/Stop não funciona corretamente quando algumas das condições necessárias ao devido funcionamento do sistema não são cumpridas – isto incluindo condições normais de segurança como não ter o cinto posto, pois a falta destas impede o sistema de funcionar. O mau funcionamento pode vir na forma do motor não parar ou arrancar quando deve, ou arrancar por si só.
 
Por norma, a causa mais comum de problemas baseia-se na temperatura exterior. Se esta se aproximar do ponto de congelamento ou for superior a 30ºC, o sistema pode não funcionar, sendo que quando o motor não estiver à temperatura normal de funcionamento pode não parar quando é suposto.
 
A capacidade e a temperatura da bateria também são fatores a ter em conta, tal como o consumo de eletricidade no carro – ter o ar condicionado ligado, o telemóvel a carregar, o desembaciador e o rádio ligados podem não ajudar.
 
Quando o Start/Stop não funciona, melhor a fazer é certificar-se sempre que as condições referidas no manual de instruções são respeitadas. As referidas acima são apenas algumas das mais comuns.
 

O QUE FAZER QUANDO NADA RESULTA

Por vezes o sistema Start/Stop não funciona apesar de estar tudo bem. Nestes casos em que o problema simplesmente não o larga, o melhor a fazer é desligar o sistema e aguardar até poder ir à oficina ver o que se passa. Pode-se tratar de um simples defeito no seu sistema, ou de algo mais grave.
 
Há muitos condutores que se limitam a desligar o sistema pois este, apesar de ajudar a poupar combustível e a reduzir as emissões de CO2, também aumenta o desgaste, o que também tem os seus problemas associados. Deve ponderar bem qual a decisão mais económica para si.
fonte:http://www.e-konomista.pt/
publicado por adm às 10:17
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Caixa automática: vantagens e desvantagens

Com o mundo automóvel em constante desenvolvimento temos que nos perguntar várias vezes quais são as vantagens e as desvantagens de novas tecnologias e inovações. Uma dessas novas tecnologias é a caixa automática, que para uns é uma bênção e que a outros tira o prazer da condução.
 

3 VANTAGENS DA CAIXA AUTOMÁTICA

 

1. MAIOR FACILIDADE A CONDUZIR

Para novos condutores, uma caixa automática é muito mais fácil de utilizar do que uma manual. Apesar de não haver nenhum bicho de sete cabeças na embraiagem, esta continua a precisar de alguma prática para dominar.

Com mudanças automáticas é muito mais fácil conduzir, e não é necessária qualquer preocupação com as mudanças – daí muitos dizerem que tira algum do prazer da condução. 
 

2. MELHOR PARA CONDUTORES INEXPERIENTES

Não basta ser mais fácil de utilizar, mas também é melhor para condutores inexperientes. Ao passar por terrenos íngremes e por zonas com muitos carros, a caixa automática liberta-nos de todo o trabalho que envolve a embraiagem e as mudanças.

Em zonas com muito trânsito não é preciso mais que pôr o pé no pedal para o carro ir, e todos sabemos como o ponto de embraiagem pode ser difícil para quem está a aprender. Assim, reduz o risco de deixar o carro ir abaixo – bem como o de embaraços.
 

3. FACILIDADE DE VENDA

Existem muitas pessoas à procura de mudanças automáticas, seja por quererem experimentar a novidade, seja por quererem oferecer o carro a alguém com menos experiência. Um carro com mudanças automáticas pode-se vender facilmente, e pode encher mais a carteira.

 

3 DESVANTAGENS

 

1. MENOR CONTROLE

Condutores inexperientes beneficiam muito da caixa automática, mas condutores mais hábeis não. Como é tudo automático, perde-se algum controle sobre as mudanças. Como o condutor não tem tanto controle sobre as mudanças, pode acabar por perder mais combustível e/ou tempo do que deveria em certas situações.
 

2. MAIOR CONSUMO

Como quem manda não é só o condutor, é difícil usar a caixa de velocidades para poupar no combustívelquando as mudanças são automáticas. Além disso, regra geral, motores que usam a manete consomem menos que motores automáticos, o que faz com que possa poupar mais a longo prazo.
 

3. MENOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO

Um carro com mudanças automáticas é mais complexo do que um com mudanças manuais. Quando deixa de estar na mão do condutor, todo o sistema de controle de mudanças aumenta a complexidade do carro.

Maior complexidade significa que o mecânico cobra mais quando o carro entra na oficina. Quanto mais difícil, maior o custo do serviço.

fonte:http://www.e-konomista.pt/a

publicado por adm às 10:09
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