Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

Filtros de partículas de motores a diesel (DPF): um bom mercado nos próximos anos

Os filtros de partículas de motores a diesel (DPF) estão previstos serem um dos produtos com uma procura e crescimento das mais elevadas no mercado do pós-venda durante os próximos anos.

Com a maior parte dos países a terem mais veículos a diesel na estrada do que a gasolina, a tecnologia DPF, que foi introduzida desde 2000, amadureceu, tornou-se comum e passou a ser uma exigência legal de acordo com a norma Euro 5 em todos os veículos novos a partir de 2009. As substituições estão, portanto, a tornar-se mais comuns. 

Qual é a tecnologia que está por trás de um DPF e porque são os DPF’s mais caros do que outros produtos de controlo de emissões? 

Os motores a diesel produzem 100 vezes mais partículas de fuligem do que os motores a gasolina. Os filtros de partículas diesel (DPF) são uma tecnologia económica comprovada que, quando aplicados a motores diesel, melhoram imediatamente a qualidade dos gases de escape por eliminarem mais de 95% das partículas nocivas (PM10). Quando usados em combinação com um catalisador fase, (alguns são fornecidos como uma só unidade e alguns separadamente - em função do fabricante do veículo) também reduzirem as emissões de monóxido de carbono (CO).

A tecnologia DPF também é capaz de reduzir as emissões diesel regulamentadas (CO2, HC, MP e NOx) para níveis inferiores aos recomendados pela norma Euro 5. Por isso, a tecnologia DPF não só pode reduzir os poluentes mas, também, reduz a geração de gases de efeito de estufa e melhoram o impacto ambiental do veículo. 

Por que razão os DPF’s falham e precisam de substituição? 

Ao contrário de um catalisador, um DPF não é um fluxo através de um dispositivo, o DPF trabalha ao forçar os gases de escape a passar através do filtro poroso. Para funcionar correctamente o DPF utiliza um processo de regeneração para reprocessar a fuligem que foi recolhida. 

Há dois tipos de regeneração: 

A regeneração passiva utiliza uma alta temperatura de escape (550°C - 650°C) para iniciar o processo de queima. É por exemplo, o que acontece em auto-estrada. Carros que são utilizados apenas para viagens curtas podem sofrer eternamente do bloqueio do DPF porque a temperatura exigida para o processo de limpeza nunca é atingida. Quando o DPF é completamente bloqueado tem de ser substituído.

A regeneração activa utiliza um catalisador (como o Eolys) para desencadear um processo de queima quando o DPF atinge a sua capacidade máxima. Este sistema falha normalmente devido ao pequeno reservatório do catalisador estar cheio por não serem feitos os intervalos de manutenção adequados. Novamente, o DPF fica bloqueado e tem de ser substituído.

Uma falha mecânica do filtro pode também ocorrer devido a impactos, mas isso é menos comum.

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com

publicado por adm às 21:17
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Estudo Bosch aponta vantagens dos carros a Diesel

Menor consumo de combustível, menores emissões de CO2 e um binário aproximadamente 50% maior do que o de um motor equivalente a gasolina são as principais vantagens que oferecem os veículos diesel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A evolução alcançada nos últimos anos pela tecnologia diesel está a possibilitar uma mudança na percepção dos condutores europeus que até há pouco consideravam o diesel como algo lento, sujo e aborrecido de conduzir e, que agora, sentem-se inclinados para os novos “Clean Diesel” pelos seus aspectos económicos, ecológicos e de maior potência.


Sob esta perspectiva de mudança, a Bosch, líder em tecnologia diesel, apresentou à imprensa do sector, em Lisboa, os resultados de um recente estudo elaborado com base nos dados de um inquérito realizado nos cinco países europeus com maior parque automóvel, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália e Espanha, para conhecer a percepção que os condutores têm sobre os automóveis que usam esta tecnologia. 

Lorenzo Jiménez, Responsável de Marketing Equipamento Original, encarregado da apresentação do estudo, iniciou a sua intervenção expondo os resultados do inquérito realizado. Entre as conclusões demonstrou-se que, numa elevada percentagem, os condutores expressam uma preferência pela tecnologia diesel, perante as outras como a gasolina, os híbridos ou os veículos elétricos.

As principais razões invocadas pelos inquiridos cuja primeira escolha é o diesel são “mais económico”, “menor consumo” e “maior potência”; enquanto os argumentos que os inquiridos manifestam para não escolher um diesel são “baixa rentabilidade”, “pouco respeito pelo ambiente”, “não proporcionam prazer de condução, bem como os “custos adicionais muito altos comparados com os de gasolina”, particularmente no segmento de utilitários.

Em todos os segmentos, a razão mais mencionada para escolher um diesel é “menor consumo”, seguido de “preços inferiores do gasóleo em relação à gasolina”. Outro argumento importante referido pelos condutores é a “fiabilidade”.

Conclusões da Bosch

Para a Bosch, algumas das apreciações dos condutores europeus sobre os automóveis diesel como, por exemplo, que são “pouco respeitadores do meio ambiente”, ou que “não proporcionam prazer de condução”, não coincidem com a própria argumentação da Bosch para com este tipo de motores. 

A evolução que estes propulsores tiveram nos últimos anos, faz com que hoje em dia seja difícil “ouvir ou cheirar” a diferença entre um motor diesel e um a gasolina. Isto deve-se a uma série de inovações que começaram em 1989, quando foi inventada a injeção directa de alta pressão (incorporada pela primeira vez num Audi TDI). Em 1997, deu-se um passo decisivo com o sistema Common Rail, com os seus sensacionais rendimentos. Desenvolvimentos atuais como a recuperação de energia, o “downsizing” ou os híbridos aplicam-se, tanto a motores a gasolina, como diesel. Por esta razão, as vantagens do diesel, continuarão com as próximas inovações.

Hoje em dia, os diesel consomem aproximadamente 30% menos que os motores de injeção a gasolina e cerca de 25% menos que os motores a gasolina por injeção directa. O diesel é uma solução eficiente, inclusive, para carros desportivos.

Além disso, as emissões de CO2 são, em média, 25% inferiores às de um veículo a gasolina com as mesmas prestações. Quanto às emissões de partículas, os motores diesel cumprem estritamente a norma Euro 5 e, hoje em dia, com os filtros de partículas, este tipo de emissões poluentes estão muito próximas de zero. Finalmente, as emissões de óxidos de azoto, NOx, reduziram-se em mais de 98% nos últimos anos e os veículos diesel estão preparados, com o desenvolvimento de novas tecnologias como os catalisadores por redução SCR ou os catalisadores acumuladores de NOx, para reduzir adicionalmente as suas emissões entre 80 e 90%, sendo que, já hoje, podem cumprir a futura norma Euro 6, que entrará em vigor em finais de 2014.

O motor diesel, segundo Lorenzo Jiménez, vai continuar a ser o sistema de propulsão principal nas próximas décadas. “Acreditamos que é possível aproveitar ainda mais o grande potencial de desenvolvimento que esta técnica oferece. Os nossos engenheiros de desenvolvimento estão a trabalhar intensamente na implementação e melhoria de diferentes tecnologias para os futuros conceitos de motores diesel, que darão como resultado menores consumos e uma forte redução das emissões poluentes, mudando algumas das atuais crenças acerca deste tipo de propulsão.” O responsável de marketing de Equipamento Original Bosch concluiu a sua exposição, assegurando que o automóvel eléctrico melhorará notavelmente no futuro, mas que ainda requer tempo para substituir, a longo prazo, os motores de combustão. Segundo as previsões, em 2025, só aproximadamente 3% das vendas mundiais de veículos corresponderá a veículos elétricos.

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com/

publicado por adm às 21:40
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