Domingo, 23 de Outubro de 2016

O que fazer quando o Start/Stop não funciona como deve ser

Quando o Start/Stop não funciona o problema pode basear-se apenas nas condições necessárias ao seu funcionamento, o que por norma implica uma solução simples.

O sistema Start/Stop veio poupar muito dinheiro a muitos condutores, mas por vezes este pode não fazer o seu trabalho como deve ser e quando tal acontece, é preciso saber o que fazer. Por norma, quando o Start/Stop não funciona corretamente, basta tomar algumas medidas para resolver o problema. No entanto, há sempre casos em que o melhor a fazer é ir à oficina tratar do assunto.
 
Note que há diferenças no sistema Start/Stop em carros com transmissão automática e transmissão manual. Por norma, toda a informação de que necessita acerca do sistema pode ser encontrada no manual de instruções, que deve sempre consultar.
 

CAUSAS COMUNS

A maior parte dos automobilistas sente que o Start/Stop não funciona corretamente quando algumas das condições necessárias ao devido funcionamento do sistema não são cumpridas – isto incluindo condições normais de segurança como não ter o cinto posto, pois a falta destas impede o sistema de funcionar. O mau funcionamento pode vir na forma do motor não parar ou arrancar quando deve, ou arrancar por si só.
 
Por norma, a causa mais comum de problemas baseia-se na temperatura exterior. Se esta se aproximar do ponto de congelamento ou for superior a 30ºC, o sistema pode não funcionar, sendo que quando o motor não estiver à temperatura normal de funcionamento pode não parar quando é suposto.
 
A capacidade e a temperatura da bateria também são fatores a ter em conta, tal como o consumo de eletricidade no carro – ter o ar condicionado ligado, o telemóvel a carregar, o desembaciador e o rádio ligados podem não ajudar.
 
Quando o Start/Stop não funciona, melhor a fazer é certificar-se sempre que as condições referidas no manual de instruções são respeitadas. As referidas acima são apenas algumas das mais comuns.
 

O QUE FAZER QUANDO NADA RESULTA

Por vezes o sistema Start/Stop não funciona apesar de estar tudo bem. Nestes casos em que o problema simplesmente não o larga, o melhor a fazer é desligar o sistema e aguardar até poder ir à oficina ver o que se passa. Pode-se tratar de um simples defeito no seu sistema, ou de algo mais grave.
 
Há muitos condutores que se limitam a desligar o sistema pois este, apesar de ajudar a poupar combustível e a reduzir as emissões de CO2, também aumenta o desgaste, o que também tem os seus problemas associados. Deve ponderar bem qual a decisão mais económica para si.
fonte:http://www.e-konomista.pt/
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Caixa automática: vantagens e desvantagens

Com o mundo automóvel em constante desenvolvimento temos que nos perguntar várias vezes quais são as vantagens e as desvantagens de novas tecnologias e inovações. Uma dessas novas tecnologias é a caixa automática, que para uns é uma bênção e que a outros tira o prazer da condução.
 

3 VANTAGENS DA CAIXA AUTOMÁTICA

 

1. MAIOR FACILIDADE A CONDUZIR

Para novos condutores, uma caixa automática é muito mais fácil de utilizar do que uma manual. Apesar de não haver nenhum bicho de sete cabeças na embraiagem, esta continua a precisar de alguma prática para dominar.

Com mudanças automáticas é muito mais fácil conduzir, e não é necessária qualquer preocupação com as mudanças – daí muitos dizerem que tira algum do prazer da condução. 
 

2. MELHOR PARA CONDUTORES INEXPERIENTES

Não basta ser mais fácil de utilizar, mas também é melhor para condutores inexperientes. Ao passar por terrenos íngremes e por zonas com muitos carros, a caixa automática liberta-nos de todo o trabalho que envolve a embraiagem e as mudanças.

Em zonas com muito trânsito não é preciso mais que pôr o pé no pedal para o carro ir, e todos sabemos como o ponto de embraiagem pode ser difícil para quem está a aprender. Assim, reduz o risco de deixar o carro ir abaixo – bem como o de embaraços.
 

3. FACILIDADE DE VENDA

Existem muitas pessoas à procura de mudanças automáticas, seja por quererem experimentar a novidade, seja por quererem oferecer o carro a alguém com menos experiência. Um carro com mudanças automáticas pode-se vender facilmente, e pode encher mais a carteira.

 

3 DESVANTAGENS

 

1. MENOR CONTROLE

Condutores inexperientes beneficiam muito da caixa automática, mas condutores mais hábeis não. Como é tudo automático, perde-se algum controle sobre as mudanças. Como o condutor não tem tanto controle sobre as mudanças, pode acabar por perder mais combustível e/ou tempo do que deveria em certas situações.
 

2. MAIOR CONSUMO

Como quem manda não é só o condutor, é difícil usar a caixa de velocidades para poupar no combustívelquando as mudanças são automáticas. Além disso, regra geral, motores que usam a manete consomem menos que motores automáticos, o que faz com que possa poupar mais a longo prazo.
 

3. MENOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO

Um carro com mudanças automáticas é mais complexo do que um com mudanças manuais. Quando deixa de estar na mão do condutor, todo o sistema de controle de mudanças aumenta a complexidade do carro.

Maior complexidade significa que o mecânico cobra mais quando o carro entra na oficina. Quanto mais difícil, maior o custo do serviço.

fonte:http://www.e-konomista.pt/a

publicado por adm às 10:09
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Como interpretar as inscrições nas laterais dos pneus

As inscrições laterais dos pneus são, muitas vezes, confusas ou simplesmente incompreensíveis para muitos condutores. A parte lateral de um pneu apresenta, tipicamente, uma infinidade de códigos e números impressos que são usados para identificar o tamanho e as características físicas do produto, bem como pormenores relativos à sua fabricação. Muitas destas inscrições possuem pouca ou nenhuma importância para o condutor – outras, no entanto, contêm informações essenciais, que podem ser decisivas quando se trata de fazer a escolha acertada de pneus. Para aqueles que gostam de ser consumidores informados, importa familiarizarem-se com o significado das seguintes inscrições:Apesar de existir uma multiplicidade de inscrições que podem estar presentes num pneu, o presente artigo centrar-se-á no código de 11 carateres (dígitos e letras) que, tipicamente, todos os pneus apresentam. A título ilustrativo, e para uma melhor compreensão da informação que se segue, é possível consultar o exemplo seguinte: 195/50R15 91H

Largura do pneu

A largura do pneu encontra-se traduzida nos primeiros três dígitos do código. Esses três dígitos referem-se à largura do pneu em milímetros. Por exemplo, um pneu com cuja inscrição seja 285, mede 285 milímetros de largura, ou seja, 285mm desde a ponta do flanco esquerdo à ponta do flanco direito. A largura mais comum dos pneus atualmente presentes no mercado é de 225mm, mas os valores variam, essencialmente, entre 155mm e 335mm, salvo raras exceções.

Proporção altura/largura do pneu

Separados por uma barra, estão o quarto e quinto dígitos do código do pneu, traduzindo o rácio entre a altura e largura do mesmo. Esta proporção é explícita numa percentagem, por exemplo, se o número inscrito for 60, isso significa que a altura do pneu corresponde a 60% da largura do mesmo. Quanto mais baixo for o valor, menor é altura do pneu, e quanto menor a altura, melhor será a aderência nas curvas. O valor de proporção altura/largura mais comum nos pneus atuais é 55%.

Radial

De seguida, o código de 11 carateres apresentará, provavelmente, a letra R. Isto significa que trata de um pneu radial. Os pneus que se encontram disponíveis no Velocini  e no mercado em geral, possuem construção interna radial, ou seja, as suas cordas internas são posicionadas num ângulo de 90 graus (perpendicularmente) relativamente à direção de deslocação do veículo de modo a conferir força adicional ao pneu – as cordas internas fluem em direção ao centro do pneu, não causando sobreposições entre si. Se um pneu não possuir construção radial, possuirá construção diagonal (também designado, por vezes, como pneu convencional).

Diâmetro da jante

Os dois dígitos que se seguem, referem-se ao diâmetro da jante. Esta medida encontra-se traduzida em polegadas, uma unidade de medida anglo-saxónica. Desde modo, um pneu cuja inscrição seja 16, possuirá 16 polegadas de diâmetro da jante.

Índice de carga

Este índice, manifesto em dois dígitos, indica a carga máxima que o pneu pode suportar quando está insuflado à pressão máxima considerada segura pelas recomendações do fabricante. Contudo, é importante manter o seguinte em atenção: no caso de um pneu que esteja marcado com o número 97, isso não significa que ele só pode suportar 97kg com segurança, significa apenas que o seu índice de carga é 97. Assim, para determinar corretamente o peso suportado pelo pneu, é necessário consultar uma tabela específica que determina o peso em kg para cada índice. Por exemplo, para um índice de 97, o peso máximo de carga é de 730 kg / pneu. Essa tabela é a seguinte:

Código de velocidade

Finalmente, o código de 11 carateres é composto por uma letra que traduz a classificação de velocidade, indicando a velocidade máxima que o fabricante certificou que o pneu consegue transportar a carga do veículo em segurança. As classificações de velocidade variam de A (a mais baixa) a Y (a mais alta) com uma exceção: a letra H não segue a ordem alfabética e corresponde a uma classificação entre T e V (ocupando o lugar que, teoricamente, seria da letra U). Tal como acontece com o índice de carga, cada letra corresponde a um equivalente em km/h, sendo que a tabela é a seguinte:

É importante notar que o código de velocidade é uma indicação unicamente relacionada com as capacidades do pneu que, em caso algum, autoriza o condutor a conduzir acima dos limites de velocidade legais.  

 

fonte:http://velocini.com/

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Sábado, 22 de Outubro de 2016

Embraiagem dura: o que significa?

O seu carro tem a embraiagem dura? Não é falta de força sua, e pode vir a ter de substituir a embraiagem. Saiba o que significa o problema, e como o evitar no futuro

Quem tem um carro com embraiagem dura sabe o quanto custa conduzi-lo, pois exige maior esforço por parte do condutor, sendo que por vezes as pernas e/ou as costas ficam a queixar-se umas boas horas após fazermos viagem. Quando tal acontece, é difícil ter prazer a conduzir, mas a verdade é que quando a embraiagem está neste estado é uma clara indicação de que algo está mal, e apesar de não ser um problema urgente, é um que tem de ser abordado.

Note que problemas na embraiagem não devem ser ignorados, pois este é um componente essencial do seu carro. Quando notar que algo não está bem, deve agir de imediato, ao invés de deixar o problema piorar. Verificar o estado do carro de vez em quando também não pode fazer mal.
 

O QUE SIGNIFICA?

Por norma a grande causa da embraiagem dura é o desgaste, que faz com que esta possa vir a ter que ser substituída. O problema, nestes casos, acaba por ser inevitável, apesar de poderem ser adotadas medidas para o adiar.

Pode também ter a embraiagem dura devido à existência de danos. Estes podem ir bastante além do simples desgaste, que vai piorando com o tempo, até danos em peças cruciais, que podem comprometer a sua segurança. Isto implica uma maior dor de cabeça, e uma maior despesa na oficina.

A embraiagem rija pode também significar que o cabo está prestes a romper, ou que não está lubrificado. Deve sempre verificar o estado do mesmo quando dá de caras com o problema, pois será a solução mais económica.

 

CUIDADOS A TER

Por norma, um carro fica com a embraiagem dura ou por esta ter sido utilizada ao ponto do desgaste ser suficiente para causar o problema, ou pelo mau uso. Passar por lombas a acelerar, reduções bruscas de velocidade, e o uso de marcha alta a baixa velocidade são causas que podem vir a contribuir para o problema.

Como tal, isto implica ser necessário conduzir com cuidado para evitar problemas na embraiagem – e noutros componentes. Aquilo que é aconselhado é praticar sempre uma condução defensiva, sem grandes abusos, pois não só se manterá em segurança como estará a zelar pelo bem da sua carteira.

Quando dá pela embraiagem rija, o melhor a fazer é tentar descobrir a raiz do problema, tanto para saber com o que poderá contar, como para saber como evitar o problema no futuro.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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publicado por adm às 17:33
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