Sábado, 17 de Janeiro de 2015

Dez dicas para que não seja enganado na reparação do seu veículo

Dada a proliferação dos negócios clandestinos do pós-venda, damos-lhe algumas ferramentas chave para que consiga identificar as oficinas de confiança.

As oficinas ilegais concentram já 20% do total das reparações feitas em território espanhol. São 10.000 os negócios clandestinos do pós-venda repartidos por toda a geografia espanhola que antepõe o preço à segurança e o rigor da reparação, deixando os condutores que optam pelos seus serviços completamente desprotegidos, devido à ausência de faturas e de garantias que devem ser entregues por lei, ou por falta de equipamentos e pessoal qualificado para reparar o veículo. Perante isto, a pergunta é: como evitar as oficinas ilegais e como escolher bem a oficina para deixar o seu veículo?

Partindo desta premissa, a Associação Nacional de Vendedores de Veículos a Motor, Reparação e Peças de Substituição (GANVAM), que representa mais de 6.000 empresas dedicadas à manutenção e reparação - oferece dez dicas para escolher corretamente a oficina. Uma dezena de simples passos para evitar uma grande dor de cabeça.

A placa, confiança à primeira vista
Se não há nenhuma placa num lugar visível na fachada da oficina, é melhor dar logo a volta. A lei exige às oficinas terem e a mostrar de forma clara e visível a devida identificação que demonstra que estamos perante uma oficina autorizada, que deverá conter o seu número de identificação no registo industrial e a sua atividade.

A especialidade pode evitar danos maiores
Verifique qual é a especialidade da oficina (mecânica, eletricidade, carroçaria, pintura…). Nem todas as oficinas estão preparadas e autorizadas a realizar todas as operações. Se uma oficina se oferecer para realizar uma reparação de uma atividade para a qual não está registada, muito cuidado, neste caso, a reparação pode levar a sérias avarias, o que pode originar consequências bastante graves.

O seu veículo em boas mãos
Peça o comprovativo de depósito para comprovar que deixou o veículo na oficina. Assim, se alguma coisa acontecer (roubo, incêndio da oficina, etc.) é a única forma de poder reclamá-lo. E se ficarem registados os quilómetros com que deixou o seu carro, ainda melhor, se este apresentar uma quilometragem muito superior a quando o deixou na oficina, poderá logo exigir explicações.

O preço dos serviços sem surpresas
Pergunte à oficina o custo dos diversos serviços que pode oferecer, o preço por hora da mão-de-obra, etc. Se quiser um orçamento, lembre-se de que tem o direito de o solicitar por escrito e deverá aceitá-lo e assiná-lo antes de prosseguir com a operação. Não se esqueça!

Sem a fatura não
A fatura não é uma opção, mas sim uma obrigação. Deve ser clara e especificar os custos, arranjos, peças substituídas e horas de trabalho, tudo detalhadamente descriminado. A fatura também é uma garantia de que se efetua o correspondente pagamento do IVA. Devido às oficinas ilegais, deixaram de ser arrecadados pelo estado espanhol 210 milhões de euros anuais deste imposto.

Um trabalho com garantia
A lei protege-o. Se recorrer a uma oficina legalmente estabelecida, é-lhe concedida uma garantia de reparação durante 3 meses ou 2.000 km., a não ser que a peça tenha uma garantia superior. Além disso, há muitas oficinas que oferecem uma garantia comercial adicional. Mas não poderá desfrutar de qualquer um destes direitos, se não tiver um comprovativo de depósito ou uma fatura de reparação. Peça-a sempre! E se a avaria depois voltar a aparecer? Como poderá reclamá-la sem a garantia?

Com as peças não se brinca
A oficina deve usar peças de substituição novas. Se as peças já não foram comercializadas ou não poderem ser adquiridas por outro qualquer motivo, a oficina que utilizar peças de substituição em segunda mão deve ser autorizada pelo cliente para fazê-lo. E nem sempre isso é possível, porque quando se trata de elementos de direção, suspensão ou pneus, por razões de segurança, peças usadas não pode ser utilizadas.

A limpeza é um cartão de visita
Uma oficina arrumada e limpa não é apenas uma questão de estética. A limpeza e aparência externa e interna do centro diz muito sobre como se trabalhar nessa oficina. Também é um bom sinal de que este é um serviço confiança e que o resultado será o esperado. Além disso, podemos garantir que os resíduos gerados pela manutenção ou reparação do veículo são bem acondicionados ou reciclados e que a saúde dos trabalhadores da oficina está protegida.

A comunicação é transparência
Não hesite em perguntar ao reparador quais sãs as avarias e como vão repará-las. A transparência entre a oficina e o cliente deve ser a máxima. Quando deixar o seu veículo não se esqueça de verificar o número de telefone e o e-mail. Não há nada a esconder.

O livro de reparações, um histórico completo
O livro de reparações não é mais do que um relatório com todas as operações efetuadas no um veículo durante a sua vida útil. Este registo, que deve ser público, só pode ser acedido por oficinas devidamente registadas, de modo a que os negócios clandestinos não tenham acesso a ele. Uma pista muito útil para saber onde não deve levar o seu veículo.

Colaboração dos cidadãos
Definir e analisar todos estes detalhes é fundamental para escolher uma oficina dentro da lei e minimizar o impacto das oficinas ilegais, que nos últimos seis anos têm gerado uma perda de 3,5 mil milhões de euros para o sector legalmente registado. Além disso, devido a esta atividade ilícita, o governo espanhol deixa de arrecadar 230 milhões de euros por ano em impostos e cerca de 112,5 milhões de euros de contribuições sociais, o que representa um rombo na economia que prejudica a todos. Portanto, não hesite: se acha que está num centro ilegal, informe imediatamente as autoridades.

 

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com/

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publicado por adm às 17:25
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

8 conselhos para não ser enganado numa oficina

A DECO Proteste avaliou o serviço de várias oficinas de reparação automóvel, depois de ter recebido mais de 10 mil queixas entre Janeiro e Outubro. Saiba quais as principais dicas para não ser enganado.

1. Peça um orçamento escrito, antes de avançar com a reparação. Se achar caro, é melhor pedir uma segunda opinião noutra oficina. Atenção: muitos locais cobram pelo diagnóstico.

2. Informe-se sobre o procedimento seguido quanto a reparações e substituições não previstas no orçamento. Explique claramente que só poderão ser feitas com o seu consentimento.

3. Quando for buscar o carro, verifique, na presença do técnico, se há algum problema visível. Em caso afirmativo, peça a sua correcção imediata, antes de pagar.

4. Pergunte o que foi reparado e confira com a descrição da factura. Se não estiver correto ou esta for muito vaga, peça um documento mais discriminado. A factura é um elemento de prova essencial se precisar de recorrer à garantia das peças ou se detectar falhas na reparação e quiser reclamar.

5. Quando há peças substituídas, o reparador tem de devolver as velhas ao cliente, se este as quiser. Depois de as ver, se não fizer questão de guardá-las, deixe-as na oficina, para serem reencaminhadas para um tratamento adequado.

6. Se detectar a cobrança de peças não substituídas ou trabalhos não realizados, apresente queixa na Autoridade para a Segurança Alimentar e e Económica (ASAE).

7. Caso o problema no carro se mantenha após a reparação, peça à oficina para resolvê-lo. Se encontrar alguma resistência ou o problema persistir, envie uma carta registada com aviso de recepção à oficina a descrever o problema e exija a correta reparação. Também pode apresentar queixa no livro de reclamações.

8. Em caso de conflito devido à reparação ou à aplicação da garantia, pondere recorrer ao Centro de Arbitragem do Sector Automóvel (CASA) ou aos julgados de paz. O primeiro só pode mediar a reclamação se a empresa envolvida aceitar resolver o problema desta forma, mas nos julgados de paz já não há esta obrigatoriedade.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 13:22
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