Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

Conhece os seus direitos quando leva o carro à oficina?

Levar o carro a uma oficina é muito comum. E também é muito comum nós não sabermos realmente como devemos agir para salvaguardar os nossos direitos e estarmos seguros de que o serviço que nos irão prestar não será ambíguo.

O mundo que rodeia uma oficina nem sempre inspirar confiança ao cliente, o que é originado em muitas ocasiões pelo desconhecimento dos processos que rodeiam estes serviços. Esta aparente falta de credibilidade é algo que sempre envolveu as oficinas de reparação, e, por isso, a GT Motive, em colaboração com a Confederação Espanhola de Oficinas de Reparação Automóvel e Afins (CETRAA), elaborou o folheto "10 Direitos como Consumidor", para que os clientes possam conhecer os pontos mais importantes a ter em conta e para que as oficinas possam esclarecer quaisqueres dúvidas afim de demonstrarem a sua credibilidade. Para ajudar as oficinas a ganhar a confiança dos seus clientes, a Gt Motive fornece as ferramentas necessárias para que os clientes tenham a certeza de que os orçamentos apresentados serão 100% fiáveis e precisos.

“10 Direitos como Consumidor”


1. Na fachada da oficina deve estar exposta a placa/distintivo do tipo de actividade.

2. Os preços devem estar expostos ao público de forma visível, com o preço completo incluindo o orçamento.

3. O direito de solicitar um orçamento por escrito da reparação ou serviços solicitados, e que deve ser assinado pelo cliente tanto na aceitação como na sua renuncia.

4. O direito a um recibo de depósito quando se deixa o carro na oficina.

5. O direito à instalação de peças susbtituição novas. As peças usadas, recondicionadas ou reconstruídas só deverão ser utilizadas mediante consentimento prévio por escrito do cliente.

6. O direito a uma factura da reparação, assinada, selada, com o preço final e detalhada por operações realizadas, peças utilizadas, horas de trabalho e impostos.

7.
 A factura deve indicar claramente a duração da garantia.

8. As reparações têm uma garantia miníma de 3 meses ou 2.000 kms percorridos. O manuseamento por terceiros das peças com garantia pode anular a sua garantia.

9. Se durante a reparação do veículo aparecerem novas avarias ou defeitos ocultos, devem ser comunicados ao cliente no prazo máximo de 2 dias úteis, devendo ser indicado o valor da reparação final.

10. Só com o prévio consentimento do cliente se poderá realizar a reparação.

 

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com/

publicado por adm às 23:22
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

Filtros de partículas de motores a diesel (DPF): um bom mercado nos próximos anos

Os filtros de partículas de motores a diesel (DPF) estão previstos serem um dos produtos com uma procura e crescimento das mais elevadas no mercado do pós-venda durante os próximos anos.

Com a maior parte dos países a terem mais veículos a diesel na estrada do que a gasolina, a tecnologia DPF, que foi introduzida desde 2000, amadureceu, tornou-se comum e passou a ser uma exigência legal de acordo com a norma Euro 5 em todos os veículos novos a partir de 2009. As substituições estão, portanto, a tornar-se mais comuns. 

Qual é a tecnologia que está por trás de um DPF e porque são os DPF’s mais caros do que outros produtos de controlo de emissões? 

Os motores a diesel produzem 100 vezes mais partículas de fuligem do que os motores a gasolina. Os filtros de partículas diesel (DPF) são uma tecnologia económica comprovada que, quando aplicados a motores diesel, melhoram imediatamente a qualidade dos gases de escape por eliminarem mais de 95% das partículas nocivas (PM10). Quando usados em combinação com um catalisador fase, (alguns são fornecidos como uma só unidade e alguns separadamente - em função do fabricante do veículo) também reduzirem as emissões de monóxido de carbono (CO).

A tecnologia DPF também é capaz de reduzir as emissões diesel regulamentadas (CO2, HC, MP e NOx) para níveis inferiores aos recomendados pela norma Euro 5. Por isso, a tecnologia DPF não só pode reduzir os poluentes mas, também, reduz a geração de gases de efeito de estufa e melhoram o impacto ambiental do veículo. 

Por que razão os DPF’s falham e precisam de substituição? 

Ao contrário de um catalisador, um DPF não é um fluxo através de um dispositivo, o DPF trabalha ao forçar os gases de escape a passar através do filtro poroso. Para funcionar correctamente o DPF utiliza um processo de regeneração para reprocessar a fuligem que foi recolhida. 

Há dois tipos de regeneração: 

A regeneração passiva utiliza uma alta temperatura de escape (550°C - 650°C) para iniciar o processo de queima. É por exemplo, o que acontece em auto-estrada. Carros que são utilizados apenas para viagens curtas podem sofrer eternamente do bloqueio do DPF porque a temperatura exigida para o processo de limpeza nunca é atingida. Quando o DPF é completamente bloqueado tem de ser substituído.

A regeneração activa utiliza um catalisador (como o Eolys) para desencadear um processo de queima quando o DPF atinge a sua capacidade máxima. Este sistema falha normalmente devido ao pequeno reservatório do catalisador estar cheio por não serem feitos os intervalos de manutenção adequados. Novamente, o DPF fica bloqueado e tem de ser substituído.

Uma falha mecânica do filtro pode também ocorrer devido a impactos, mas isso é menos comum.

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com

publicado por adm às 21:17
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Estudo Bosch aponta vantagens dos carros a Diesel

Menor consumo de combustível, menores emissões de CO2 e um binário aproximadamente 50% maior do que o de um motor equivalente a gasolina são as principais vantagens que oferecem os veículos diesel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A evolução alcançada nos últimos anos pela tecnologia diesel está a possibilitar uma mudança na percepção dos condutores europeus que até há pouco consideravam o diesel como algo lento, sujo e aborrecido de conduzir e, que agora, sentem-se inclinados para os novos “Clean Diesel” pelos seus aspectos económicos, ecológicos e de maior potência.


Sob esta perspectiva de mudança, a Bosch, líder em tecnologia diesel, apresentou à imprensa do sector, em Lisboa, os resultados de um recente estudo elaborado com base nos dados de um inquérito realizado nos cinco países europeus com maior parque automóvel, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália e Espanha, para conhecer a percepção que os condutores têm sobre os automóveis que usam esta tecnologia. 

Lorenzo Jiménez, Responsável de Marketing Equipamento Original, encarregado da apresentação do estudo, iniciou a sua intervenção expondo os resultados do inquérito realizado. Entre as conclusões demonstrou-se que, numa elevada percentagem, os condutores expressam uma preferência pela tecnologia diesel, perante as outras como a gasolina, os híbridos ou os veículos elétricos.

As principais razões invocadas pelos inquiridos cuja primeira escolha é o diesel são “mais económico”, “menor consumo” e “maior potência”; enquanto os argumentos que os inquiridos manifestam para não escolher um diesel são “baixa rentabilidade”, “pouco respeito pelo ambiente”, “não proporcionam prazer de condução, bem como os “custos adicionais muito altos comparados com os de gasolina”, particularmente no segmento de utilitários.

Em todos os segmentos, a razão mais mencionada para escolher um diesel é “menor consumo”, seguido de “preços inferiores do gasóleo em relação à gasolina”. Outro argumento importante referido pelos condutores é a “fiabilidade”.

Conclusões da Bosch

Para a Bosch, algumas das apreciações dos condutores europeus sobre os automóveis diesel como, por exemplo, que são “pouco respeitadores do meio ambiente”, ou que “não proporcionam prazer de condução”, não coincidem com a própria argumentação da Bosch para com este tipo de motores. 

A evolução que estes propulsores tiveram nos últimos anos, faz com que hoje em dia seja difícil “ouvir ou cheirar” a diferença entre um motor diesel e um a gasolina. Isto deve-se a uma série de inovações que começaram em 1989, quando foi inventada a injeção directa de alta pressão (incorporada pela primeira vez num Audi TDI). Em 1997, deu-se um passo decisivo com o sistema Common Rail, com os seus sensacionais rendimentos. Desenvolvimentos atuais como a recuperação de energia, o “downsizing” ou os híbridos aplicam-se, tanto a motores a gasolina, como diesel. Por esta razão, as vantagens do diesel, continuarão com as próximas inovações.

Hoje em dia, os diesel consomem aproximadamente 30% menos que os motores de injeção a gasolina e cerca de 25% menos que os motores a gasolina por injeção directa. O diesel é uma solução eficiente, inclusive, para carros desportivos.

Além disso, as emissões de CO2 são, em média, 25% inferiores às de um veículo a gasolina com as mesmas prestações. Quanto às emissões de partículas, os motores diesel cumprem estritamente a norma Euro 5 e, hoje em dia, com os filtros de partículas, este tipo de emissões poluentes estão muito próximas de zero. Finalmente, as emissões de óxidos de azoto, NOx, reduziram-se em mais de 98% nos últimos anos e os veículos diesel estão preparados, com o desenvolvimento de novas tecnologias como os catalisadores por redução SCR ou os catalisadores acumuladores de NOx, para reduzir adicionalmente as suas emissões entre 80 e 90%, sendo que, já hoje, podem cumprir a futura norma Euro 6, que entrará em vigor em finais de 2014.

O motor diesel, segundo Lorenzo Jiménez, vai continuar a ser o sistema de propulsão principal nas próximas décadas. “Acreditamos que é possível aproveitar ainda mais o grande potencial de desenvolvimento que esta técnica oferece. Os nossos engenheiros de desenvolvimento estão a trabalhar intensamente na implementação e melhoria de diferentes tecnologias para os futuros conceitos de motores diesel, que darão como resultado menores consumos e uma forte redução das emissões poluentes, mudando algumas das atuais crenças acerca deste tipo de propulsão.” O responsável de marketing de Equipamento Original Bosch concluiu a sua exposição, assegurando que o automóvel eléctrico melhorará notavelmente no futuro, mas que ainda requer tempo para substituir, a longo prazo, os motores de combustão. Segundo as previsões, em 2025, só aproximadamente 3% das vendas mundiais de veículos corresponderá a veículos elétricos.

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com/

publicado por adm às 21:40
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

8 conselhos para não ser enganado numa oficina

A DECO Proteste avaliou o serviço de várias oficinas de reparação automóvel, depois de ter recebido mais de 10 mil queixas entre Janeiro e Outubro. Saiba quais as principais dicas para não ser enganado.

1. Peça um orçamento escrito, antes de avançar com a reparação. Se achar caro, é melhor pedir uma segunda opinião noutra oficina. Atenção: muitos locais cobram pelo diagnóstico.

2. Informe-se sobre o procedimento seguido quanto a reparações e substituições não previstas no orçamento. Explique claramente que só poderão ser feitas com o seu consentimento.

3. Quando for buscar o carro, verifique, na presença do técnico, se há algum problema visível. Em caso afirmativo, peça a sua correcção imediata, antes de pagar.

4. Pergunte o que foi reparado e confira com a descrição da factura. Se não estiver correto ou esta for muito vaga, peça um documento mais discriminado. A factura é um elemento de prova essencial se precisar de recorrer à garantia das peças ou se detectar falhas na reparação e quiser reclamar.

5. Quando há peças substituídas, o reparador tem de devolver as velhas ao cliente, se este as quiser. Depois de as ver, se não fizer questão de guardá-las, deixe-as na oficina, para serem reencaminhadas para um tratamento adequado.

6. Se detectar a cobrança de peças não substituídas ou trabalhos não realizados, apresente queixa na Autoridade para a Segurança Alimentar e e Económica (ASAE).

7. Caso o problema no carro se mantenha após a reparação, peça à oficina para resolvê-lo. Se encontrar alguma resistência ou o problema persistir, envie uma carta registada com aviso de recepção à oficina a descrever o problema e exija a correta reparação. Também pode apresentar queixa no livro de reclamações.

8. Em caso de conflito devido à reparação ou à aplicação da garantia, pondere recorrer ao Centro de Arbitragem do Sector Automóvel (CASA) ou aos julgados de paz. O primeiro só pode mediar a reclamação se a empresa envolvida aceitar resolver o problema desta forma, mas nos julgados de paz já não há esta obrigatoriedade.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 13:22
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011

A manutenção de um veículo diesel é 25% mais cara que a de um veículo a gasolina

No entanto a poupança media é de 600 euros anuais em combustível frente aos veículos a gasolina.

 

Para os que fazem muitos quilómetros, a opção do veículo diesel é a mais económica. Essa conclusão sai de um comparativo de custos de aquisição e posse entre um veículo a gasóleo e um a gasolina realizada pela Asociación Nacional de Vendedores de Vehículos a Motor, Reparación y Recambios (Ganvam). A compra de um diesel supõe uma poupança média de combustível de 593 euros ao ano. O dado sai de uma comparação dos três veículos mais vendidos no mercado espanhol em 2010: o Renault Megane. O Citroen C4 e o Seat Ibiza. No entanto, a manutenção do diesel é 25% mais cara.

A análise, que traz à luz o debate sobre a conveniência de comprar um veículo a gasóleo ou a gasolina, mostra que para uma distância de 100.000 quilómetros ou cinco anos de vida, a motorização diesel corta cerca de 3.000 euros do gasto em combustível, com um custo de 5.208 euros frente aos 8.174 euros que implica um veículo a gasolina. Dessa forma, o estudo confirma como em igualdade de quilómetros percorridos, os veículos diesel não só consomem menos - quase dois litros menos por quilómetro – mas também emitem menos CO2, apesar de que a combustão do gasóleo liberta mais partículas contaminantes, entre outras substâncias. Dessa forma, enquanto que por cada quilómetro percorrido as motorizações de gasolina emitem uma média de 141 gramas de CO2, os veículos diesel emitem 109 gramas, isto é, cerca de 30% menos.

Em relação ao preço de aquisição de um veículo diesel, a análise da Ganvam, mostra que os carros a gasóleo são cerca de 10% mais caros que os a gasolina, o que supõe um desembolso de cerca de 1500 euros mais na sua compra.

Não obstante este sobre custo, isso não parece dissuadir os usuários já que 71% das matrículas são de veículos diesel, frente a 29% a gasolina (Espanha). A progressiva “dieselização” do parque nestes últimos anos faz com que o parque actual de turismos se distribua já em partes iguais entre ambas as motorizações.

Também na hora de fazer a manutenção do veículo, os diesel são algo mais caros que os a gasolina, já que substituir uma peça ou componente supõe em média um sobre custo de 25 euros ao ano em carros de motorização diesel. 

Com estes dados, a Ganvam conclui que a decisão de compra de um veículo diesel ou a gasolina depende efectivamente dos quilómetros que se realizem ao longo do ano. “Quantos mais quilómetros se fizerem, mais compensará comprar um veículo diesel, já que somente com a poupança de combustível teremos amortizado o sobrepreço que implica a sua compra, reparação e seguro”, afirma o seu presidente, Juan Antonio Sánchez Torres.

fonte:http://www.autoaftermarketnews.com

publicado por adm às 10:42
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Sábado, 23 de Julho de 2011

City Safety da Volvo reduz drasticamente acidentes, diz estudo

O estudo é pioneiro neste campo e mostra que o Volvo XC60 com City Safety se envolve em menos acidentes do que outros SUV ou outros modelos da Volvo sem este sistema

 

Um estudo sobre a sinistralidade mostra que o Volvo XC60 tem uma baixa taxa de acidentes – graças ao sistema City Safety, que trava automaticamente o carro para evitar a colisão. Este é o primeiro estudo que prova, com números, que os sistemas electrónicos anti-colisão permitem melhorar significativamente a segurança do veículo e dos passageiros.


  

O XC60 viu-se envolvido em menos 27% de acidentes do que os seus concorrentes de segmento, de acordo com um estudo divulgado pelo Highway Loss Data Institute, instituto norte-americano que estuda a sinistralidade rodoviária. O XC60 esteve também envolvido em menos 51% acidentes com lesões corporais.


  

Face aos restantes Volvo sem o sistema City Safety, o XC60 tem 19% menos probabilidade de se envolver em acidentes com danos materiais, diz o relatório. E, acrescenta o estudo, ficou provado que esta diminuição de acidentes não se deve ao facto de os condutores Volvo serem mais cautelosos, mas sim aos sistemas anticolisão.


  

O City Safety é oferecido de série no Volvo XC60. Utiliza uma câmara para detectar possíveis colisões, até uma velocidade de 30 km/h. Quando o perigo é iminente avisa o condutor com um sinal sonoro e, se este não reagir a tempo, aplica automaticamente a força de travagem máxima para evitar (ou atenuar) o acidente.


  

"Os erros dos condutores são responsáveis ??por 90% dos acidentes", explicou Adrian Lund, presidente do instituto responsável pelo estudo. "Esta é a primeira tecnologia que pode chegar ao motorista no momento do perigo e alertá-lo em tempo útil”, acrescenta o responsável.

 

Veja como funciona o Sistema City Safety, da Volvo:

 

 fonte:http://turbo.sapo.pt/

publicado por adm às 09:27
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

Ar-comprimido no motor reduz consumo de combustível à metade

Motor híbrido a ar

Os veículos híbridos e elétricos capturam a energia dos freios, transformando-a em energia elétrica, que é utilizada para recarregar as baterias.

Per Tunestal, engenheiro da Universidade de Lund, na Suécia, diz ter uma ideia melhor.

Segundo ele, seria melhor usar a energia das frenagens para comprimir ar dentro de um pequeno cilindro.

Esse ar pode ser então usado para ajudar a empurrar os pistões do motor, em um conceito conhecido como motor híbrido a ar, ou híbrido pneumático.

Quando há ar disponível no reservatório, o motor passa a funcionar no chamado "modo compressor", em que a explosão do combustível é substituída pelo ar-comprimido.

Motores multicombustível

O conceito não é novo. A montadora Ford levou-o bastante a sério há cerca de uma década, mas arquivou o projeto por dificuldades tecnológicas.

Mas Tunestal afirma que agora a tecnologia é totalmente realística, exigindo poucas alterações no projeto de um carro normal para chegar ao mercado.

Segundo o pesquisador, toda a tecnologia para construção do motor híbrido a ar está disponível, não exigindo nenhum material especial. Além disso, o motor híbrido pneumático é menor do que o motor híbrido elétrico, otimizando o projeto dos carros.

A tecnologia pode ser usada com motores a gasolina, etanol, gás natural ou diesel.

 

Motor quase real

"Esta é a primeira vez que alguém faz experimentos em um motor real. As pesquisas até hoje eram apenas teóricas. Além disso, nós usamos dados que resultam em ciclos de rodagem realistas, como, por exemplo, dados dos padrões de direção dos ônibus de Nova Iorque," afirma Sasa Trajkovic, coautor da pesquisa.

Os resultados indicam que os maiores ganhos do motor híbrido a ar vêm justamente dos padrões de uso urbano dos veículos, que andam e param constantemente.

"Minhas simulações mostram que os ônibus urbanos podem ter uma redução no consumo de combustível de até 60% com o uso dos motores híbridos a ar," afirmou Trajkovic.

A eficiência de conversão da energia das frenagens em ar-comprimido, e daí em energia utilizável pelo motor, chegou a 48%, equivalente à dos veículos híbridos elétricos.

O motor real utilizado nos testes, contudo, tem apenas um cilindro. O próximo passo da pesquisa será construir um motor híbrido a ar de quatro cilindros, o que poderá colocar a tecnologia mais próximo da utilização prática.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/n

publicado por adm às 22:03
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011

Radiador ativo gera economia de combustível de 15%

A grade frontal é acionada eletricamente de forma automática, controlada por sensores de temperatura

localizados no compartimento do motor, alterando a aerodinâmica do veículo. [Imagem: TIFFE]

 

Refrigeração eficiente

Inspirando-se nas geladeiras domésticas, uma equipe de engenheiros italianos desenvolveu uma nova estratégia de resfriamento dos motores de carros capaz de gerar uma economia de combustível de até 15%.

"Nós aplicamos uma estratégia de resfriamento mais tipicamente vista nos refrigeradores domésticos, usando uma quantidade limitada de refrigerante para fornecer alta eficiência," explica Carloandrea Malvicino, coordenador do Projeto TIFFE.

TIFFE é a sigla de Thermal Systems Integration For Fuel Economy - integração de sistemas termais para economia de combustível.

A tecnologia foi implantada em um novo veículo protótipo, que possui um design inovador na sua parte frontal, além de componentes avançados para uma troca de calor mais eficiente.

Além de otimizar a eficiência do motor, o melhor aproveitamento do calor melhora o conforto interno do automóvel.

Radiador ativo

Nas geladeiras domésticas, um fluido especial, chamado refrigerante, passa através de uma rede de tubos e radiadores, retirando calor do interior da geladeira e despejando-o do lado de fora.

O novo sistema de arrefecimento para carros faz a mesma coisa em um veículo em movimento.

Um líquido especial captura o calor no compartimento do motor do veículo e irradia-o no ar exterior através de painéis especiais fixados na parte inferior do veículo.

Quando o veículo está em movimento, e quando se exige uma grande energia de resfriamento, o ar que entra pela dianteira do veículo pode ser dirigido por uma grade frontal ajustável.

 

 

Radiador ativo gera economia de combustível de 15%
O sistema força o ar a fluir através de painéis especiais de irradiação de calor, acelerando a troca de calor. [Imagem: TIFFE]

A grade força o ar a fluir através de painéis especiais de irradiação de calor, acelerando a troca de calor.

Esses painéis podem ser instalados na parte inferior do veículo, ou mesmo no capô.

Quando o resfriamento exigido já não é tão grande, a grade é fechada, melhorando o perfil aerodinâmico do veículo.

Aerodinâmica e economia de combustível

Malvicino afirma que o novo sistema custa menos do que o sistema convencional de radiador devido ao seu elevado nível de integração e modularidade.

Mais importante, os testes mostraram um aumento notável na economia de combustível, de cerca de 15%, durante o uso real do veículo-protótipo.

O maior ganho vem da melhoria aerodinâmica.

Enquanto os carros atuais têm sempre um enorme radiador voltado perpendicularmente ao ar frontal, criando um efeito anti-aerodinâmico, no novo sistema o ar pode ser desviado quando o arrefecimento não precisa de potência total.

A grade frontal é acionada eletricamente de forma automática, controlada por sensores de temperatura localizados no motor do veículo.

Malvicino afirma que se pode esperar, de forma bastante realística, ver veículos com o novo sistema TIFFE no mercado por volta de 2015.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 22:57
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

As cores de carros mais populares do mundo

 

De acordo com os resultados de 2010 do Relatório Global de Popularidade de Cor Automóvel, anunciados na semana passada, o prateado e o preto continuam a competir pela liderança das tendências de cor em veículos. O relatório, que é a fonte original e mais fidedigna acerca das informações sobre a popularidade das cores e as suas tendências, mostra que apenas dois pontos percentuais separam o prateado (26 por cento) do preto (24 por cento), como a escolha líder a nível mundial de cor para veículos. O branco, branco perlado e cinza empatam no terceiro lugar, e o vermelho situa-se no quinto lugar aumentando a sua popularidade, sendo a única cor não neutra no top cinco das escolhas de cor mundiais. 

Na Europa, o preto e o preto com efeitos, lideram a tabela global em quase todas as categorias de veículos, contando com 24 pontos percentuais. A cor cinza é agora uma segunda escolha global, com 19 pontos percentuais, e o prateado desceu para o terceiro lugar, com 17 por cento de popularidade na Europa. Existem, no entanto, excepções: por exemplo, a cor cinza domina no segmento dos carros intermédios e monovolumes (MPV), mas apenas por uma pequena margem.

Linda Van Calster, marketing communications manager DuPont Refinish, EMEA, afima, “o relatório indica que as cores neutras continuam a ser as mais populares na Europa, juntamente com o preto, cinza e prateado, todas elas competindo pelo primeiro lugar. Contudo, como os consumidores exigem mais inovação no design e no estilo dos veículos, é necessário criar cores mais complexas, mesmo numa paleta neutra. É imperativo que a DuPont Refinish, como marca de repintura líder de mercado, consiga igualar correctamente estas novas cores OEM e colocá-las no mercado rapidamente. E é neste ponto que a nossa estreita ligação com a empresa de pintura OEM da DuPont é crucial para nos ajudar a manter vantagem sobre a concorrência”.

O relatório inclui informações sobre tendências regionais das 11 principais regiões do mundo, no que toca aos automóveis – incluindo, pela primeira vez, a África do Sul. É o relatório mais abrangente sobre a popularidade mundial de cor em automóveis, e continua a ser o primeiro do seu género com uma compilação numa base global. Para ler o relatório completo, visite http://onlinepressroom.net/DuPont_Europe_Middle_East_Africa/NewsReleases/.

A DuPont Refinish é a marca de repintura global e dinâmica. Proporcionamos o aumento da produtividade às oficinas, desde o momento da recepção até à entrega do veículo reparado, através de sistemas de pintura exclusivos e inovadores, e de soluções empresariais adaptadas.

fonte:autoaftermarketnews

publicado por adm às 22:28
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

Perguntas e duvidas sobre as válvulas!

 

Apesar da quilometragem crescente dos atuais motores a combustão interna – ou exatamente por causa dela, existe uma explosão no mercado de válvulas. Mais e mais frequentemente, oficinas se deparam com veículos que precisam ter suas válvulas substituídas. No entanto, existem alguns pontos que devem ser observados.

Válvulas são um exemplo clássico para a demanda das oficinas, devido à negligência na manutenção. Isso porque as razões para danos de válvulas são – além do desgaste normal – em muitos casos correias de distribuição velhas ou partidas, correntes quebradas ou trocas de óleo atrasadas. Outra razão comum para o dano à válvula: Erros de direção, como inadvertidamente reduzir a marcha em altas velocidades do motor – ocasionando válvulas empenadas ou até mesmo quebradas. E também não devem ser ignorados os casos quando o dano à válvula ocorre logo após a sua substituição – devido a um erro (evitável ) de encaixe.

Válvulas devem fornecer uma vedação perfeita
As válvulas vedam a câmara de combustão e cuidam da troca otimizada de cargas. Como elas estão constantemente em movimento – e isso sob condições tribológicas difíceis e o efeito dos gases agressivos ou dos gases de escape – elas são sujeitas ao desgaste natural. Isso pode ser acelerado devido a condições extremas tais como sobrecargas térmicas ou mecânicas. As válvulas devem, portanto, ser geralmente substituídas quando qualquer sinal de dano é notado.

Por que é perigoso reaproveitar as válvulas?
É arriscado recondicionar válvulas velhas. Frequentemente, não é possível reconhecer a extensão do dano à válvula a olho nu. O material da válvula pode ter sido submetido a sobrecargas térmicas – ou sobrecargas mecânicas, que podem ter causado microtrincas incipientes no componente. Também é difícil avaliar se a área do assento da válvula e as áreas endurecidas são resistentes o sufi ciente para retrabalho (e se o desgaste é ainda admissível) ou se o assento pode ser retificado corretamente. Esse recondicionamento não faz sentido em termos económicos de qualquer forma – e qualquer ofi cina respeitável não deve correr o risco sério de dano ao motor devido a válvulas velhas.

Desmontagem: a ferramenta correta é muito Importante
Para evitar danos irreparáveis ao cabeçote do motor, as molas da válvula devem ser protegidas durante a desmontagem – por exemplo, usando-se um compressor de mola de válvula ou um dispositivo de tensionamento de mola de válvula (veja imagem). As chavetas anelares são mais bem removidas com um bastão magnético.

Dica: para evitar a montagem de peças incorretas é recomendado comparar as válvulas desmontadas com as novas antes do descarte – com relação ao diâmetro da haste, comprimento total, diâmetro da cabeça da válvula e ângulo da sede da válvula .

Montagem: verifique também as guias e as sedes Das válvulas!
As condições das guias da válvula e dos insertos do assento da válvula devem ser verificadas antes que as novas válvulas sejam montadas. Caso marcas fortes de desgaste estejam presentes, as guias e sedes de válvulas deverão ser retrabalhadas ou substituídas. A nova válvula deverá ser inserida por baixo, através da guia da válvula.

Substituição das guias da válvula e brunimento dos furos
A folga entre a haste da válvula e a guia da válvula está muito grande? Nesse caso, as guias da válvula devem ser substituídas juntamente com as válvulas. Depois de instalar as novas guias de válvulas, é recomendado brunir os furos. Somente esse procedimento assegura que elas tenham o diâmetro correto, sejam cilíndricas e não tenham rebarbas – e podem proporcionar bom desempenho junto com as novas válvulas. O brunimento é um método muito preciso e fi no de acabamento, que deve ser realizado apenas manualmente – com a ajuda de óleo de corte para lubrificação.

Inserto do assento da válvula desgastado?
Nesse caso, ele deverá ser retrabalhado ou substituído por um novo inserto do assento da válvula. As superfícies da guia e do assento devem ser perfeitamente alinhadas – só então a nova válvula poderá fornecer uma boa vedação.

Assento e recesso
Depois da inserção da nova válvula, a posição correta do recesso deverá ser checada. No próximo passo, as vedações da haste da válvula devem ser encaixadas com a ajuda da bucha de montagem (a bucha de montagem é fornecida pela maioria dos fabricantes de vedações juntamente com a vedação da haste da válvula e previne danos à extremidade sensível do selo.)

A mola da válvula não está reta?
Para continuar a montagem, assegure-se de que a mola da válvula está posicionada corretamente no cabeçote do motor. Existe um risco de que as molas da válvula estejam encaixadas em ângulo devido ao desenho de alguns motores. Durante a partida do motor, a mola pode se mover para um lado, em direcção ao bloco. O grande momento fl etor resultante no retentor da mola da válvula pode levar à ruptura ou quebra da válvula – com o resultado de dano ao motor.

Novas válvulas – novas travas de válvulas
Uma chaveta anelar se apóia na válvula durante a operação. As chavetas anelares das válvulas velhas não se encaixam exatamente nas novas válvulas. Principalmente quando chavetas anelares de válvulas individuais são re-encaixadas de maneira aleatória, existe um risco de cargas desiguais, esforços torsionais, picos de pressão e, portanto, de válvulas quebradas na região da ranhura. Resumindo: novas chavetas anelares protegem contra danos ao motor.

Livre para girar
Válvulas com múltiplas ranhuras precisam ser capazes de girar em suas travas de válvulas anelares. A rotação das válvulas durante a operação auxilia a vedação e a dissipação do calor, reduz o desgaste na base da válvula e evita o acúmulo de depósitos na superfície de selagem. É necessário, portanto, checar se as válvulas podem girar – uma válvula que não pode girar pode impactar permanentemente o cabeçote do motor.

As válvulas estão realmente vedando a passagem de gases?
Um teste de vácuo é a melhor verificação. Alternativamente, a selagem da válvula pode ser checada usando-se um líquido de baixa viscosidade (gasolina, ou limpador de freio, por exemplo). Para conseguir esse resultado, o cabeçote do motor deve ser girado para cima e, então, o líquido será derramado nas cabeças das válvulas. Caso o líquido drene, as válvulas não estão selando corretamente.

Válvulas Já fornecidas retificadas
Hoje em dia já não é necessário retifi car as válvulas como era comum no passado. As superfícies de selagem das válvulas são produzidas com alta precisão pela MAHLE – e graças às ferramentas de pré-setagem precisas, os assentos das válvulas são usinados adequadamente para fornecer vedações perfeitas com as válvulas.

Ajuste de folga da válvula Com tucho hidráulico
Caso tuchos hidráulicos de válvula sejam usados para accionamento da válvula, é recomendável esperar 12 horas após a montagem antes de ligar o motor novamente. Esse tempo é necessário para permitir que qualquer excesso de óleo seja drenado dos tuchos hidráulicos da válvula. Alternativamente, os tuchos hidráulicos da válvula podem ser esvaziados antes da montagem.

Programa completo – Como um conjunto e individualmente
O programa de válvulas MAHLE compreende inúmeras aplicações de veículos de passageiros ou comerciais em diferentes materiais e projetos, de acordo com as demandas do mercado de equipamentos originais. Todos os tipos de válvulas estão disponíveis – o que fornece uma boa base para reparos voltados para as necessidades dos clientes e para a demanda.
Fonte: autoaftermarketnews

publicado por adm às 23:27
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