Segunda-feira, 27 de Abril de 2020

Posso usar água no motor em vez de líquido de refrigeração?

Há razões muito fortes que indicam que a abertura da torneira para refrigerar o motor não é uma boa ideia.

É muito provável que alguma vez tenha pensado em utilizar água para manter a temperatura do motor do seu carro. Talvez inspirado por aqueles filmes antigos em que apareciam carros clássicos com o motor a deitar fumo. Tudo o que faltava era um pouco de água fresca para que o radiador voltasse a ser o mesmo de sempre. O que é verdade é que os modernos líquidos de refrigeração têm tão pouco a ver com a água como os carros atuais com os antigos.

Água, sim, mas não só água

Vamos começar a contar-lhe algo que seguramente o desconcertará: a água é o melhor líquido de refrigeração que existe. Com efeito, os líquidos de refrigeração atuais podem ser compostos, na sua maior parte, por água, dependendo da sua formulação.

Desta forma, na composição de um líquido de refrigeração a água pode representar 45% a 70%, enquanto o MEG (monoetilenoglicol) ou o MPG (monopropilenoglicol) que atuam nos pontos de ebulição e congelação, podem representar 25% a 50%. O resto da formulação corresponde a aditivos (3% a 8%).

O que acontece é que um líquido de refrigeração faz muito mais do que absorver o calor para baixar a temperatura: além disso, o seu ponto de ebulição deve ser alto, para evacuar o máximo calor possível e evitar as variações de tamanho das peças, que dariam lugar a desgastes. Desta forma, também se garante uma maior capacidade de refrigeração do sistema, evitando-se sobreaquecimentos e os problemas daí derivados.

Por outro lado, o líquido de refrigeração deve-se congelar sempre abaixo de zero graus. Com efeito, quanto menor for o seu ponto de congelação, melhor. Isto acontece porque a água, ao congelar-se, aumenta em tamanho, o que poderia provocar problemas e ruturas dentro do motor. Este líquido de refrigeração também não deve atacar os metais ou borrachas que compõem o sistema de refrigeração.

Então, o que é que acontece se eu utilizar água diretamente?

O que acontece se utilizar água para refrigerar o motor do seu carro é que vai expô-lo a múltiplas avarias. Isto deve-se ao facto de a água ser corrosiva, pelo que poderá danificar diferentes elementos do sistema de refrigeração.

Como, além disso, a água se congela a 0ºC, abaixo dessa temperatura o seu volume aumentaria e poderia danificar o motor. O mesmo acontece inversamente: alcança o seu ponto de ebulição acima dos 100ºC, pelo que não será capaz de refrigerar o motor quando alcançar temperaturas superiores. E então deparar-se-á com a cena do veículo a cuspir vapor e fumo, que nos filmes fica muito bem, mas é um verdadeiro incómodo na vida real.

Além disso, tenha em conta que, se não se utilizar a água adequada, poderão ser provocados problemas relacionados com algas, bactérias, sais de cálcio e outros depósitos que podem arruinar o radiador do veículo.

Que é que os líquidos de refrigeração têm que a água não tem?

O que os líquidos de refrigeração têm no seu interior são ingredientes que evitam que tudo o que se indicou aconteça. Isto é: o MEG (monoetilenoglicol) e, se for caso disso, o MPG (monopropilenoglicol), evitam os problemas relacionados com a congelação e a ebulição da água, dado que se encarregam de baixar o ponto em que se converte em gelo e de aumentar aquele a partir do qual se transforma em vapor.

concentração de glicol deve ser a adequada para proteger o fluido contra a ebulição e a congelação. É por isso que a utilização de produtos de qualidade é tão importante.

Pela sua parte, os aditivos que se adicionam aos líquidos de refrigeração na sua formulação desempenham várias funções: estabilizam quimicamente o produto e evitam os depósitos de calcário das águas duras, assim como de outros componentes. Também protegem contra a formação de espumas, que dificultam a condução do calor e mantêm a acidez do produto dentro de certos limites. Há inclusive aditivos corantes para identificarem os pontos de fuga no sistema e outros de sabor amargo para evitarem intoxicações involuntárias.

Dito isto, tenha em conta que também não deve adicionar água para encher o nível do líquido de refrigeração do seu carro se estiver a utilizar um produto que é fornecido já preparado para nivelar: diminuiria a concentração dos seus ingredientes e o motor do seu carro perderia a sua proteção.

fonte:http://blog.total.pt/

publicado por adm às 08:43
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5 Conselhos para prevenir Coronavírus no seu veículo

Após a declaração de estado de emergência, muitos de nós sofremos sérias restrições quanto à utilização do carro. Mas se for obrigado a utilizá-lo, é possível que lhe tenham surgido algumas dúvidas como: é realmente seguro utilizar o carro? Estou exposto a um possível contágio? Que precauções devo tomar?

Obviamente, o risco existe, mas em vez de se preocupar, é melhor manter-se ocupado com algumas dicas de segurança dos nossos especialistas:

O que posso fazer para limpar profundamente o meu veículo?

 

✅ Limpar diariamente o puxador da porta, volante, manete de velocidades e travão de mão.
Os tapetes são, sem dúvida, uma das partes do carro que acumula mais sujidade devido ao contacto direto que mantêm com os sapatos. Portanto, se tiver tapetes de pano, a primeira coisa a fazer é escová-los e aspirá-los bem; Se forem de borracha, use um compressor de água quente e depois deixe secar ao sol.

✅ Limpe o painel, foco de bactérias e vírus.
Recomendamos a limpeza com um pano de fibra embebido num líquido específico para esta área do carro. Não se esqueça de nenhum canto.

✅ Preste atenção aos respiradouros
O cuidado com as grelhas deve ser constante, por isso é muito importante mantê-las livres de obstruções de qualquer tipo e limpá-las regularmente, ajudando com uma escova ou um aspirador de pó.

✅ Limpe as janelas
Utilize um pano embebido em limpa-vidros para limpar esta zona do veículo que é uma das mais expostas ao exterior.

Preocupa-se em manter o seu carro limpo?

Lembre-se das nossas dicas e, depois de aplica-las, lembre-se de várias perguntas importantes:

→ Posso limpar os estofos com álcool?


Depende um pouco do material que reveste os assentos. De forma geral, desaconselhamos a utilização de álcool, uma vez que pode provocar desbotamento e a cor original desaparecer. É melhor utilizar um produto com sabão específico para este tipo de superfície.

fonte:https://www.euromaster.pt/

publicado por adm às 08:36
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Diferenças entre o anticongelante orgânico e inorgânico

Existem muitas dúvidas acerca do líquido anticongelante e do sistema de refrigeração dos automóveis. Assim, vamos responder a estas e a outras questões relacionadas com estes elementos, aos quais normalmente se presta a devida atenção.

Começamos por explicar a diferença que existe entre um anticongelante orgânico e inorgânico. Basicamente, ambos são constituídos por etilenoglicol, um agente anticongelante bastante comum. Mas diferem nos restantes aditivos que compõem a mistura. Os aditivos que mencionamos, misturados com água destilada (ou seja, desmineralizada) são responsáveis por garantir a proteção contra a corrosão dos diferentes componentes do motor, como o radiador e a bomba de água.

A diferença principal entre um anticongelante orgânico e inorgânico reside, precisamente, nestes inibidores de corrosão. Os produtos inorgânicos utilizam produtos como o silicato, que tendem a degradar-se ao longo do tempo, diminuindo a sua eficácia e arriscando a ser uma fonte de avarias no futuro. Os orgânicos, por sua vez, têm um período de duração mais longo e são biodegradáveis, sendo por isso menos prejudiciais para o ambiente. Além disso, a sua capacidade de evitar a congelação é mais elevada, conseguindo manter-se a temperaturas de quase 40 graus abaixo de zero.

Posso usar um anticongelante orgânico no meu carro? É claro que sim, embora seja sempre aconselhável seguir as recomendações do fabricante. De qualquer modo, se o seu carro é relativamente recente, é possível que já utilize refrigerante líquido orgânico. Se não, a única precaução que deve tomar é certificar-se de que o sistema de arrefecimento do seu carro utiliza um radiador de alumínio e não de cobre ou de latão.

Cada marca define ou recomenda um período de tempo para a substituição do anticongelante. Em geral, a cada dois anos ou 40.000 km. É evidente que nunca se deve misturar anticongelante orgânico com inorgânico. Se o fizer, as suas propriedades vão deixar de ser as mais adequadas, podendo mesmo desencadear o aparecimento de corrosão no sistema de refrigeração com todas as desagradáveis consequências que isso acarreta.

fonte:https://www.euromaster.pt/

publicado por adm às 08:35
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Anticongelantes

O verão chegou em força e com ele o teu carro vai precisar de cuidados adicionais, por isso antes de partir para uma viagem prolongada aconselhamos verificar o anticongelante do circuito de refrigeração do motor.
O nome pode desde logo enganar “anticongelante” é assim que vulgarmente conhecemos o liquido de refrigeração do motor, este é responsável por manter a temperatura de funcionamento, garantindo que todos os componentes mecânicos não ultrapassam a temperatura determinada para aquele motor pelo fabricante.

Mas o que é o anticongelante? É uma mistura de ETILENOGLICOL com água tratada e um conjunto de aditivos que visam manter em bom funcionamento o sistema de refrigeração do veículo. É também o responsável por existir a chamada “sofagem” no interior da viatura.

ETILENOGLICOL ou vulgarmente conhecido como GLICOL é um composto químico com a fórmula química CH3OH. É simplesmente um álcool na sua forma mais simples, leve e extremamente volátil. É utilizado para fazer subir os pontos de ebulição do anticongelante para valores acima de 100º e abaixo de 0º onde habitualmente evaporaria ou congelaria.

Habitualmente podem encontrar o líquido de refrigeração em 4 cores, Amarelo, Azul, Verde ou Rosa mas a cor nada tem a ver com as propriedades deste líquido é apenas uma forma de distinguir a sua presença no sistema de refrigeração do veículo.

Alguns têm cheiros e aditivos característicos de cada fabricante pelo que é deveras importante escolher um anticongelante recomendado pela marca. Tal como o óleo de motor os líquidos de refrigeração tem normas próprias e devemos respeita-las. Existe também um prazo de validade para o mesmo em anos ou em Kms, mais uma vez de acordo com a recomendação do fabricante, pelo que é importante que o substituas com alguma frequência.

Normalmente podemos encontrar anticongelantes em diversas concentrações, 10%, 20%, 30%, 50% ou até puro. Esta indicação diz-nos qual a mistura usada naquele liquido, sendo que a percentagem é indicativa da quantidade de glicol existente. Por exemplo um liquido de refrigeração de 20%, contem 20% de glicol e 80% de agua desmineralizada.

Sendo uns dos fluidos mais importantes do teu motor deves ter sempre alguns cuidados com a sua escolha e aplicação, nomeadamente:Nunca utilize água da torneira no circuito de refrigeração do teu motor, a água corrente contem impurezas que podem danificar os componentes internos, tais como o termostato ou a bomba de água.

Quando usar anticongelantes puros, utilize água destilada na sua mistura e nas quantidades recomendadas pelo fabricante.

Verifique com regularidade o seu nível e atesta-o sempre que necessário, o motor deve estar frio e o carro em piso nivelado.

Cumpre o nível de enchimento assinalado no depósito com a indicação MAX ainda que fique algum espaço livre ele é necessário devido as variações de volume do líquido de refrigeração.

Se detectares que o nível baixa com muita frequência deve levar a viatura a um mecânico de forma a efectuares uma verificação de fugas no sistema de refrigeração.

Em resumo o anticongelante é tão importante como o óleo de motor, por isso deve ter sempre isso em atenção quando faz manutenção ao seu carro ou mota.

fonte:https://www.autopartslogistic.com/

publicado por adm às 08:31
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Domingo, 26 de Abril de 2020

Fluido de travões, quando e porque trocar?

O sistema de travagem do seu carro é composto por inúmeros componentes, todos eles com a sua importância para a segurança de condutor, ocupantes e transeuntes.

 

Certamente que reconhece a necessidade da substituição regular de discos e pastilhas de travão, quando estes atingem os seus limites de desgaste. A quilometragem para a substituição de pastilhas e discos depende de fatores como o veículo em causa, tipo de condução e percursos efetuados.

 

O fluido de travões

 

Mas existe outro órgão do sistema de travagem, que desempenha um papel vital para a sua segurança: o fluido de travões.

 
 
 

O fluido de travões, mais conhecido como "óleo de travões", permite transferir para as bombas de travão das rodas, a força que o condutor aplica no pedal do meio. Na verdade, o fluido de travões permite ampliar a força de travagem que o condutor aplica no pedal de travão, garantindo o abrandamento ou paragem do veículo.

 
 
 
 

Por estar em contacto com os elementos sujeitos a fricção mecânica (é a fricção entre pastilhas e discos de travão que permite abrandar ou parar o veículo), o fluido de travões aumenta a sua temperatura para valores bastante elevados. A simples deslocação do veículo, permite depois o arrefecimento do fluido. Este arrefecimento gera condensação, contaminando o fluido com água. Numa travagem seguinte, ao aplicar força no pedal de travão, vai comprimir fluido com água.

 

Aqui reside o problema (e perigosidade) da contaminação do fluido com água: ao passar os 100ºC, a água evapora e torna-se compressível. Este fenómeno resulta numa perda significativa de capacidade de travagem, com consequências no controlo do veículo.

 

Mas quando deve trocar o fluido de travões?

 

Este fluido é altamente higroscópico, o que significa que tem muita propensão para absorver humidade. Mesmo um veículo que faça poucos quilómetros anuais, deve trocar o fluido de travões com regularidade.

Quase todos os fabricantes preconizam a sua substituição a cada dois anos.

Esta operação carece de equipamentos específicos, que obedecem aos procedimentos do fabricante do seu veículo. Uma operação mal executada pode incorrer em falhas no sistema de travagem, diminuindo a segurança de condutor e ocupantes.

 
 
 
 
 

Para além da segurança, que implicações tem na durabilidade do sistema de travagem?

 

Um fluido contaminado com água irá corroer os elementos do sistema de travagem, provocando avarias muito dispendiosas. Como exemplo, o grupo hidráulico de ABS de um veículo comum pode facilmente ultrapassar os 1000€.

 

Quer fazer um check up rápido ao seu sistema de travagem? Faça-nos uma visita, os nossos técnicos terão todo o gosto em esclarecer qualquer dúvida enquanto verificam o estado do fluido de travões do seu carro.

FONTE:https://www.hybridcarcenter.pt/post/fluido-de-trav%C3%B5es-quando-e-porque-trocar?fbclid=IwAR2fx8jb6MtwzFwnbjIOK6IyeQqU2tIZ4HmUqxWf2toRaMmavimtS2wvvjA

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publicado por adm às 20:50
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Carros eléctricos vs híbridos: quais as diferenças?

Antes só havia duas motorizações (gasóleo e gasolina) para equipar o carro. Agora os carros eléctricos vs híbridos estão em voga. Descubra as diferenças.

Se até há bem pouco tempo, quando comprava um carro, a sua decisão apenas recaía entre comprar um diesel ou um carro a gasolina, hoje em dia existem bastantes mais opções. Porém, hoje vamos focar-nos nas diferenças que existem entre os carros eléctricos vs híbridos.

Embora exista também uma quinta opção para motorizar o seu carro (o hidrogénio), esta ainda não é muito popular, ao passo que os carros eléctricos e híbridos têm visto as suas vendas aumentar exponencialmente de ano para ano.

Cada uma destas motorizações tem as suas vantagens e desvantagens e, dependendo das suas necessidades ou estilos de conducção, poderá ficar mais satisfeito com uma ou outra opção.

Veja este comparativo e satisfaça todas as suas questões acerca das diferenças entre carros eléctricos vs híbridos. Descubra qual deve ser o seu automóvel no futuro.

Carros eléctricos vs híbridos: conheça as diferenças entre ambos 


Carros eléctricos

 

Os carros eléctricos são veículos movidos a energia eléctrica, não consumindo qualquer combustível fóssil enquanto se deslocam, nem produzindo quaisquer emissões de gases poluentes.

Além de amigos do ambiente, estes carros têm um custo de rodagem bastante mais baixo do que um carro com um motor a combustão, uma vez que as motorizações eléctricas não são constituídas por tantas partes móveis, logo requerem menos manutenção.

Embora nem tudo seja um mar de rosas e estes carros, como quaisquer outros, têm também alguns inconvenientes.

Vantagens dos carros eléctricos

1. Gastam 0€ em combustível

Para já, abastecer um carro eléctrico é gratuito na generalidade dos postos de abastecimento e, se deixar o seu carro a carregar  em casa durante a noite, o custo deste procedimento é também relativamente baixo (na casa dos cêntimos). Portanto, e tendo em conta o aumento constante do preço dos combustíveis, os carros eléctricos tornam-se uma opção muito interessante nesta perspectiva.

2. Ausência de barulho do motor

Embora nem toda a gente considere isto uma vantagem, o facto é que uma viagem num carro eléctrico torna-se bastante mais tranquila. Além disso, não haver barulho do motor, significa que não existe combustão, logo não existe emissão de gases poluentes enquanto circula.

3. Aceleração mais rápida

Os motores eléctricos têm uma entrega de potência linear, isto é, o binário é sempre o mesmo desde o primeiro momento até ao limite das rotações do motor. Isto significa que os carros eléctricos têm capacidade de acelerar bastante mais rápido do que um carro com motor a gasolina ou diesel.

Este é o segredo para o Tesla Model S P100D conseguir acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,28 segundos. Cerca de 0,5 segundos mais rápido do que qualquer super carro actualmente à venda no mercado.

4. Manutenção mais barata

A manutenção de um carro eléctrico é extremamente simples. Como não existem partes móveis num motor eléctrico, como existem num motor a combustão, não há necessidade de mudar correias, filtros ou óleo.

Aliás, até a nível de consumíveis, os carros eléctricos necessitam de bastante menos manutenção. Por exemplo, no caso das pastilhas de travões, num carro eléctrico, elas são mudadas com bastante menos frequência do que num carro convencional. Isto, porque os eléctricos beneficiam da travagem regenerativa das baterias, que abranda o movimento das rodas ao mesmo tempo que recarrega energia.

6. Isenção de impostos

Além de um incentivo dado pelo Estado de 2250€, o IUC dos carros eléctricos é bastante baixo (entre 8€ e 32€). Além do mais, estão também isentos de ISV, o qual representa cerca de 20% do valor de um automóvel novo.

Desvantagens dos carros eléctricos

1. Autonomia

Actualmente, o carro eléctrico com maior autonomia é o Tesla Model S P100D e uma carga completa permite-nos circular cerca de 600km. No entanto, e apesar deste valor permitir a qualquer pessoa atravessar practicamente Portugal de lés a lés, este é um carro que custa perto de 150.000€, o que o torna practicamente incomportável para o cidadão comum.

A média de autonomia dos carros eléctricos situa-se actualmente nos 250km e, apesar deste valor ser suficiente para cobrir 90% das suas necessidades de deslocação diárias, para já ter um carro eléctrico implica ter outra viatura para, por exemplo, poder ir de férias com a família e poder circular sem ter que parar 30 minutos a cada 200km.

2. Preço

Em 2022, os carros eléctricos deverão ter preços semelhantes aos dos carros a gasolina. Contudo, actualmente, comprar um carro eléctrico significa um investimento bastante avultado.

O preço dos carros eléctricos é bastante elevado, devido aos custos de producção das baterias que, enquanto não for verdadeiramente feita em massa, implicará um investimento maior por parte das marcas.

No entanto e, apesar do preço, se diariamente percorrer várias dezenas de quilómetros, o preço extra que vai pagar por um carro eléctrico deverá compensar logo ao fim de um par de anos.

3. Poucos supercarregadores disponíveis

Ter um carro eléctrico implica que sempre que faça uma viagem mais distante da sua “zona de conforto”, tenha que planear ao pormenor todas as paragens para recarregar as baterias do seu carro. Isto, poderá significar que fazer uma viagem do Porto ao Algarve, poderá demorar mais de 7h ao invés das actuais 4h30 num carro com motor a combustão.

Carros híbridos

 

Os carros híbridos tentam compilar o melhor dos dois mundos, auxiliando-se dos motores eléctricos para aumentar a potência e diminuir os consumos e emissões de gases CO2 e não limitando, ao mesmo tempo, os utilizadores com paragens obrigatórias de 30 minutos para recarregar as baterias a cada 200km.

Neste momento, os híbridos assumem-se como os carros do futuro (próximo) e as marcas estão a investir fortemente neste tipo de tecnologia, desenvolvendo cada vez mais e mais modelos e oferecendo vários benefícios aos clientes que trocarem os seus carros diesel por carros híbridos.

Apesar de tudo, e tal como os eléctricos, os carros a gasóleo ou a gasolina, os híbridos também têm algumas vantagens. Mas no comparativo carros eléctricos vs híbridos, como será que se saem?

Vantagens dos carros híbridos

1. Consumos baixos

Quando comparado com um eléctrico, um carro híbrido perde no que toca a consumos (logicamente), mas quando comparamos um híbrido com um carro equipado apenas com um motor a combustão, o híbrido consegue fazer consumos bastante mais apelativos.

Além disso, como não necessitam parar a cada 200km para recarregar as baterias, podem continuar a andar e percorrer cerca de 800km com apenas uma carga e um depósito. Um SUV híbrido de 7 lugares e 300 cavalos de potência é capaz de fazer consumos na casa dos 5l/100km (falamos do Lexus RX450h L).

2. Potência

Os híbridos usam um potente motor a combustão associado a um ou mais motores eléctricos. Uma vez que os motores eléctricos debitam em média 50cv de potência, mas em alguns casos os motores eléctricos podem ter mais de 200 cavalos, podemos considerar que practicamente todos os carros híbridos dispõem de motorizações com uma potência combinada superior a 200 cavalos.

3. Melhor performance

Os motores turbo ou atmosféricos têm algum atraso na entrega de potência e não atingem o seu pico de binário nas rotações mais baixas, sendo esta uma das maiores críticas feitas ao motores a combustão.

Os carros híbridos são auxiliados por um motor eléctrico que, como referimos anteriormente, tem uma entrega instantânea e linear de potência. Ou seja, com um carro híbrido, a aceleração é praticamente instantânea e o motor a combustão é poupado a esforços intensos.

4. Apoios e incentivos fiscais

Como os carros híbridos emitem cerca de metade dos gases poluentes dos carros equipados apenas com motor a combustão, o valor de IUC pago por um carro híbrido é consideravelmente mais baixo do que um carro apenas movido a gasolina ou gasóleo. Além do mais, quando comprar um carro híbrido novo, beneficiará de uma redução do ISV de até 563€.

Desvantagens dos carros híbridos

1. Preço

Os híbridos não são baratos, não só por terem motorizações a gasolina bastante potentes, mas também devido aos elevados custos associados à construcção das baterias.

Ter um híbrido compensa (financeiramente falando) se circular distâncias superiores a 20.000km num ano. No entanto, mesmo que circule pouco, o ambiente ficará sempre a ganhar.

2. Manutenção

Apesar dos motores a combustão num carro híbrido serem mais poupados a grandes esforços, a adição de novos componentes implica mais custos de manutenção e, no caso das baterias, a manutenção ou substituição destes componentes é bastante cara.

Tal como um telemóvel, a duração deste componente dependerá do seu modo de utilização, sendo que no caso dos híbridos plug-in, o estado de saúde da bateria estará mais sujeito à acção humana que no caso dos híbridos self-charging.

As baterias de iões de lítio nunca devem ter os níveis de carga abaixo dos 20% e nunca devem ser carregadas até valores superiores a 80%. Deste modo, os ciclos não serão gastos e a bateria não ficará “viciada”.

A maior parte dos fabricantes de carros híbridos oferece entre 7 a 10 anos de garantia das baterias e de todos os componentes do sistema híbrido, mas caso tenha que efetuar alguma reparação nas baterias após o período da garantia, a conta da reparação deverá ascender aos vários milhares de euros.

Conclusão: No geral, entre carros eléctricos vs híbridos, as diferenças apesar de serem muitas, a nível práctico não as notará tanto. Ter qualquer um destes carros, para já, compensará apenas (a nível financeiro) se percorrer vários milhares de quilómetros por ano.

Se efectuar diariamente viagens mais curtas, na hora de escolher entre um carro eléctrico vs híbrido, talvez deva optar por um eléctrico, pois ficará mais satisfeito.

Já se as suas necessidades de deslocação o obrigarem a percorrer centenas de quilómetros por dia, então um híbrido deverá suprir todas as suas necessidades.

Indiscutivelmente, estes carros serão o futuro e, seja qual for a escolha que faça, o meio-ambiente sairá sempre a ganhar.

fonte:https://comprasegura.standvirtual.com/

publicado por adm às 20:25
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

Cabos de Bateria: como e quando usar

Os cabos de bateria continuam úteis quando fica sem bateria no carro. Porém, o seu uso caiu no esquecimento e muitos já não os sabem utilizar corretamente.

 

Já não se vê tanto como antigamente, uma vez que os carros mais modernos são cada vez mais dependentes da parte eletrónica e qualquer toque sem um conhecimento mais aprofundado pode prejudicar o resto do sistema. Mesmo assim, ainda há quem use os cabos de bateria quando um carro não arranca ou fica, como o próprio nome indica, sem bateria.

O QUE SÃO CABOS DE BATERIA

São um conjunto de cabos, revestidos a plástico, com quatro pontas, duas de cada lado das extremidades. Servem para ligar a bateria de um carro a um carregador, que poderá ser outro veículo ou um booster (uma espécie de armazenador de energia portátil).

QUANDO USAR?

Quer seja por ter esquecido os faróis ou as luzes interiores ligadas, ou mesmo o famoso caso da bateria “gripada”, em que a mesma se desgasta rapidamente (aconselhamos a inspecionar o automóvel neste caso), o seu carro poderá ficar sem a energia necessária para por o veículo a funcionar.

Quando isso acontecer, e depois de inspecionar a conexão dos alternadores, o nível de água da bateria, bem como a oxidação da mesma (garantir que não há pó esverdeado em torno dos polos), deve, se possível, utilizar os cabos de bateria para a recarregar.

COMO USAR?

Carregar a bateria de um veículo requer outro para funcionar como carregador, sendo que, como dito anteriormente, um booster também pode servir. Apesar de não ser necessário um curso para se utilizar cabos de bateria, o seu uso requer algum conhecimento. Portanto, não se deixe guiar pelo que viu noutras ocasiões e procure seguir as seguintes regras:

1. Desligue os veículos (tanto o que vai ser usado como carregador como o que tem a bateria descarregada).

2. Ligue uma das pontas vermelhas ao polo positivo da bateria descarregada.

3. Ligue a outra ponta vermelha ao polo positivo da bateria do veículo que vai servir como carregador.

4. Ligue uma das pontas pretas ao polo negativo da bateria do veiculo em bom estado.

5. Ligue a outra ponta preta ao polo negativo da bateria por carregar.

6. Ligue o veículo que vai ser usado como carregador e acelere ligeiramente.

7. Tente ligar o carro que tinha a bateria descarregada ou fraca.

8. Desligue os cabos na ordem inversa à que colocou.

No caso de utilizar um booster, as regras são idênticas.

QUANTO CUSTAM E ONDE COMPRAR?

Os cabos de bateria podem ser comprados em vários hipermercados, bem como lojas destinadas ao consumo de artigos para motores. Em último caso, até há lojas dos chineses que os vendem.

No entanto, embora possa comprar alguns por 15 euros, a verdade é que a maior parte desses sobreaquecem rapidamente e poderão incendiar. Por isso, aconselha-se que, para sua segurança, abra um pouco os cordões à bolsa e compres uns com 16 mm de largura e 2m de extensão. Assim, 30 euros já passa a ser um preço razoável, mas se quiser gastar 50 ou mais não será dinheiro mal investido. Lembre-se que os carros a gasóleo necessitam de maior energia do que os a gasolina para começarem a funcionar.

fonte:http://www.e-konomista.pt/a

publicado por adm às 14:07
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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Barulho no motor: saiba o que quer dizer cada tipo

Ouve barulho no motor e não sabe o que fazer? Saiba agora os potenciais motivos para cada tipo de ruído.

Suores frios, quem nunca os teve? Principalmente quando ouve barulho no motor. As causas podem ser variadas e tem mesmo de estar atento para agir de forma rápida e eficaz: só assim vai evitar problemas ainda maiores no futuro e que podem deixá-lo “de rastos”.

OIÇO BARULHO NO MOTOR: E AGORA?

Sabemos que pode ser uma tarefa difícil, mas tenha calma: respire fundo e tente perceber a origem do barulho no motor. Esteja atento ao painel de instrumentos do automóvel e confira se alguma das luzes de aviso está ligada – em caso afirmativo, confira o manual de instruções do veículo para tentar descortinar quais as possíveis causas e, claro, como deve atuar de forma correta e segura para si e para o carro.

As despesas com o motor podem ser dispendiosas e, por isso, é importante que esteja atento a todos os ruídos estranhos:

SOM AGUDO NAS SUBIDAS

Se, nas subidas, ouve um barulho no motor mais agudo, como se estivesse a “gritar”, poderá estar perante um caso de excesso de carvão nas câmaras de combustão.

RUÍDO CONTÍNUO

Se, ao arrancar em frio, ouve um barulho de forma constante na parte superior poderá estar com folga nas válvulas.

SOM ESTRIDENTE

Pode estar perante problemas na correia de transmissão ou de serviço.

RUÍDOS SECOS

Nestes casos, pode ser uma fuga nos injetores do veículo.

Mais uma vez deixamos o alerta: esteja atento aos barulhos do veículo. Uma atuação rápida pode evitar muitas dores de cabeça desnecessárias, além de fazê-lo poupar centenas de euros.

Aos primeiros sinais de problemas não adie a ida a uma oficina – procure a ajuda de profissionais especializados: vá ao seu mecânico de confiança e evite avarias complexas e que o obriguem a ficar sem o seu veículo durante longos períodos de tempo. Não arrisque tornar um problema simples numa questão crónica e dispendiosa.

DICAS PARA AUMENTAR A LONGEVIDADE DO MOTOR

Se quer prolongar a vida útil do motor do seu veículo, não o force a frio. Arranque sempre de forma suave quando o motor estiver com uma temperatura abaixo do normal.

Evite forçar a rotação máxima do veículo e respeite o tempo de passagem de mudança em relação às respetivas rotações do automóvel. Se ainda não tem um indicador de passagem da caixa de mudança esteja atento ao barulho no motor: vai conseguir perceber quando deve fazê-lo sem prejudicar o desempenho do automóvel.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

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Descoberta acidental torna hidrogénio o combustível do futuro

O hidrogénio é alvo de investigação científica há anos, com o objetivo de o tornar um combustível viável para ser usado em vários setores, desde a indústria aos transportes. No entanto, a produção deste elemento sempre foi considerada economicamente inviável, apesar de ter a vantagem de emitir poluição zero, já que o produto final da combustão é vapor de água. No entanto, uma descoberta acidental poderá trazer o hidrogénio para as estações de combustível de todo o mundo.

Uma equipa de engenheiros do Laboratório de Pesquisa do Exército Americano estava a testar a resistência de uma liga de alumínio, espalhando água na sua superfície. Para surpresa geral, a água reagiu com o material da liga, decompondo-se em hidrogénio e oxigénio, tornando prático o uso do hidrogénio para geração de energia.

O material usado, um pó microscópico galvanizado, serve como catalisador para esta reação, mas não necessita de elementos estranhos que até aqui eram necessários para usar o hidrogénio como combustível, nomeadamente materiais tóxicos ou ácidos, como hidróxido de potássio, e também não foram precisas temperaturas elevadas.

Em termos práticos, 1 kg deste pó de liga de alumínio pode gerar 220 kW de energia durante três minutos, que a equipa testou com um mini-helicóptero telecomandado.

fonte:http://www.motor24.pt/e

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

Vantagens e desvantagens do sistema Start/Stop

Conheça as vantagens e desvantagens do sistema Start/Stop, e tome uma decisão informada acerca do mesmo. Será que compensa tê-lo?

 

Certamente já ouviu falar do sistema Start/Stop, que faz com que o carro hiberne momentaneamente quando está parado, feito a pensar na condução urbana e na carteira de quem tem de lidar com filas de trânsito com regularidade. O sistema ajuda muitos a pouparem, mas também pode vir a ser uma dor de cabeça. Neste artigo, vamos dar uma vista de olhos aos prós e aos contras que esta inovação lhe traz.
 

COMO FUNCIONA?

Este sistema funciona através de sensores que o carro tem, que permitem ligar e desligar o motor sob determinadas condições quando para o carro, sendo que este se liga automaticamente quando for prosseguir viagem, sem ser necessária intervenção do condutor. A integração do sistema faz do veículo um pouco mais inteligente e ajuda a poupar, mas tem consequências.

 

VANTAGENS

Teoricamente, o sistema Start/Stop quase era digno de uma revolução no setor. Permite poupar bastante combustível quando a condução é feita no interior de uma cidade onde se tem de lidar com o pára-arranca, e ajuda ainda a reduzir emissões. Esta é a sua grande vantagem, usada para popularizar o sistema, sendo que em medições feitas no âmbito do Novo Ciclo Europeu de Condução (NEDC), a poupança e a redução de emissões chegou a ser de cerca de 8% - apesar de estimar poderem chegar quase ao dobro.

Sistemas mais avançados permitem-no manter o ar condicionado e o rádio ligados quando parado, existindo alguns que o ajudam a poupar até em descidas.

No entanto, para muitos a grande vantagem do sistema é a opção de ser desligado, pois pode vir a estorvar alguns condutores.

 

DESVANTAGENS

Quando falamos nas desvantagens do sistema Start/Stop, o primeiro argumento baseia-se no desgaste. A quantidade de vezes que o motor liga e desliga com este é enorme, o que acaba por, inevitavelmente, desgastar entre outros a bateria e o motor de arranque. No entanto, estes componentes, em modelos com o sistema, são feitos para lidar com o desgaste.

O preço é uma outra grande desvantagem. O Start/Stop e as componentes necessárias para lidar com ele implicam sempre um pequeno extra no preço, algo que para condutores que não conduzem muito em grandes metrópoles pode não vale a pena.

Por fim, temos o funcionamento do sistema em si. Para alguns é uma questão de hábito, mas alguns automobilistas não suportam o barulho, ou a ideia do motor se estar sempre a desligar.

 

VEREDITO

Este sistema está cada vez mais popular, mas pode ser dispensável em muitos casos. Tudo depende de si, e se costuma conduzir muito em metrópoles, ou nem por isso. A poupança vale mais a pena quando é dado uso ao sistema.

fonte:http://www.e-konomista.pt/

publicado por adm às 18:44
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